D. Pedro IV

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quinta-feira, novembro 24, 2005


O espadachim e o máximo da realização individual

Ao falar de espadachins lembramo-nos logo dos três mosqueteiros de Alexandre Dumas, chapelões e floretes traçando trajectórias mirabolantes, em vénias cavalheirescas ou em demonstrações exímias na arte da guerra.

Também no Oriente, um homem com espada na mão, representou até pelo menos ao século XVII (nesta data os Samurais foram começando a perder o seu anterior prestígio, após a introdução da primeira arma no Japão pelos portugueses…) o máximo da realização individual. Vários espadachins percorriam vastas regiões, alguns simplesmente procurando um adversário famoso como forma de promoção, outros realmente buscando aperfeiçoar sua técnica.

Ainda hoje, a arte de tentar tocar sem ser tocado, é exercida habilmente por alguns, não já com a espada, florete ou sabre, mas com a caneta (agora já nem caneta é, é na máquina…) … Não corresponderá ao máximo da realização individual, mas andará lá perto…E além disso, a caneta tem mais força que a espada… (alguém pronunciou esta sentença célebre).

Assim é o nosso Espada xim

2 comentários:

Espada Xim disse...

Ora, ainda bem que regressou!Percebe-se que as intenções não serão as melhores, já que vem de espada e disposta a fazer sangue...
Mas pronto, há que fazer pelo nome!!!
Assim é a nossa BloodyMary! Cuidado!

guilhotina disse...

Ela voltou, ainda para mais em grande forma!
Quanto ao post, tem tudo a ver com a lógica camoniana do nosso espada xim: "numa mão sempre a espada e noutra a pena..." Ou será ao contrário?