D. Pedro IV

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terça-feira, novembro 24, 2015

Aniversário da descoberta de Lucy

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Resultado de imagem para Fóssil LucyComemorou-se hoje, dia 24 de novembro, o 41º aniversário da descoberta de uma parte ( cerca de 40%) das ossadas de um hominídeo ( Australopithecus aferensis) a que foi dado o nome de Lucy ( segundo parece, enquanto se descobriam as ossadas a rádio tocava a célebre música dos beatles " Lucy in the sky of diamonds).Foi encontrada em 1974 pelo antropólogo Donald Johnson e o estudante Tom Gray durante escavações na Etiópia, no deserto do Triângulo de Afar.
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Este achado fóssil foi datado com 3,2 milhões de anos e pertencia a uma mulher.  O seu crânio, com tamanho intermediário entre o dos humanos e o dos chimpanzés, é o que denomina a espécie de “Australopithecus”, que significa “macaco do sul”. Eles são bastante próximos dos hominídeos do género “Homo” na escala de evolução.  Uma reconstituição de Lucy está em exposição no Museu Nacional da Etiópia, na capital etíope Addis Abeba. Lucy tinha apenas 1,1 metros  de altura, pesava 29 kg  e  parecia-se, de certa forma, com um chimpanzé comum. Se bem que tivesse um cérebro pequeno, a pélvis e ossos das pernas da criatura eram  idênticos aos dos humanos modernos.
Este fóssil é considerado muito importante para o estudo da evolução humana.

terça-feira, novembro 03, 2015

Dia das bruxas

O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.

História do Dia das Bruxas

A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.

Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.

Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

quinta-feira, outubro 01, 2015

A mulher e o direito de voto


No primeiro ato eleitoral da recém nascida República, em 1911, foi permitido o voto a todos os chefes de família que soubessem ler. Como não era referido o género, Carolina Ângelo, médica, viúva, e por isso, chefe de família, foi uma das pessoas que votou. Seria a única mulher a fazê-lo.
No ato eleitoral de 1913 as mulheres já não podiam votar, pois tinha sido aprovada legislação, que especificava que apenas os homens o podiam fazer.
Em 1928, esta é uma das reivindicações fundamentais do Congresso Feminino de Portugal, mas há outras preocupações que ganham importância relacionadas, nomeadamente, com a questão do corpo e da saúde da mulher. Temas que vão merecer atenção e causar polémica nas décadas seguintes, nomeadamente, em livros como o de Maria Lamas, “Mulheres do meu país”, ou “Novas Cartas Portuguesas”, textos de um grupo de autoras que ficariam conhecidas como “As Três Marias”.
Fonte: RTPEnsina

segunda-feira, setembro 21, 2015

725 anos da Universidade de Coimbra

Em Portugal, a primeira universidade surgiu em 1290 e deve-se ao rei poeta D. Dinis. O primeiro nome que lhe foi atribuído foi Estudo Geral Português e foi reconhecida, como era indispensável, pela bula papal "De Statu regni Portugaliae". Ali se estudavam Artes, Direito Canónico, Direito Civil e Medicina.
A Universidade começou por funcionar em Lisboa; em 1308 passou para Coimbra, tendo regressado a Lisboa em 1338. Em 1354 voltou de novo para Coimbra; em 1377 regressou a Lisboa e, em 1537, no reinado de D. João III fixou-se definitivamente em Coimbra.

quinta-feira, abril 23, 2015

Chamaram-lhes retornados

"Chamaram-lhes retornados" é o título de um artigo do Jornal Observador, publicado em 11 de abril de 2015, relativo à aventura de regresso à Metrópole que milhares de retornados viveram, depois da descolonização.

quinta-feira, abril 02, 2015

Ovos da Páscoa

Ovos de Páscoa

No contexto de páscoa, o ovo significa ressurreição ou regeneração. Entretanto, sua origem não é cristã uma vez que está associada ao mito da deusa da fertilidade anglo-saxã “Eostre”. Assim, na época primaveril, os ovos coloridos e as lebres estavam associados a ela e demonstravam os ritos de fertilidade, de renovação e de renascimento.

http://www.dicionariodesimbolos.com.br/ovo/

 Conheça a história dos ovos Fabergé, produzidos pelo talentoso joalheiro russo Peter Carl Fabergé que se converteram em obras de arte, ovos cravejados de jóias preciosas e que eram presenteados aos Czares da Rússia, a família Romanov.

 ovo fabergehttp://www.dicionariodesimbolos.com.br/ovo/

quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Concurso Contador de histórias 2014-15

Como sabem, realizou-se ontem a semifinal do concurso "Contador de histórias".
Foram selecionados para a final os seguintes alunos:
6º D - Alexandrina Buímistru; 5º C - Afonso Dupic; 5º D- Ana Beatriz Teles; 6º G- Rodrigo Baião; 6º H- Tomás Alexandre; 5º G- Bárbara  Fernandes.
Lamentamos que alguns dos alunos indicados não tivessem comparecido.
Relembramos que a  final do Concurso realizar-se-á no dia 3 de Março, às 11.30h.
Muito obrigada a todos pela colaboração.

domingo, outubro 26, 2014

Exposição marca os 180 anos da morte de D.Pedro IV

 O objetivo deste projeto museológico consistiu em estudar e valorizar o Quarto D. Quixote e os espaços adjacentes, bem como a figura de D. Pedro IV, através de uma nova museografia e de vários suportes interpretativos, com destaque para os digitais. 

Quando:25 de Setembro de 2014 @ 9:00 am – 5:30 pm
Repetição:Diariamente até 27 de Março de 2015
Onde:Palácio de Queluz

 http://www.parquesdesintra.pt/agenda-cultural/

 

 

domingo, outubro 05, 2014

O que aconteceu a 5 de outubro de 1910?

A República Portuguesa foi proclamada em Lisboa a 5 de outubro de 1910. Nesse dia foi organizado um governo provisório, que tomou o controlo da administração do país, chefiado por Teófilo Braga, um dos teorizadores do movimento republicano nacional. Iniciava-se um processo que culminou na implantação de um regime republicano, que definitivamente afastou a monarquia.
Este governo, pelos decretos de 14 de março, 5, 20 e 28 de abril de 1911, impôs as novas regras da eleição dos deputados da Assembleia Constituinte, reunida pela primeira vez a 19 de junho desse ano, numa sessão onde foi sancionada a revolução republicana; foi abolido o direito da monarquia; e foi decretada uma república democrática, que veio a ser dotada de uma nova Constituição, ainda em 1911.
http://www.infopedia.pt/$implantacao-da-republica;jsessionid=S7MnMsFSiEjkZYFyBTtXGg__

sábado, abril 19, 2014

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, Lugares de Memória

Hoje, 18 de abril, comemora-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, Lugares de Memória.
Para assinalar esta data o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, deu a conhecer um pouco da sua história e da sua função ao longo dos tempos.


Quando a cantiga se fez arma

29 de março de 1974, 22H00
No Coliseu dos Recreios concentram-se 7 mil pessoas para o I Encontro da Canção Portuguesa
O ambiente está tenso, o Coliseu foi convertido numa fortaleza sitiada por centenas de polícias de choque, canhões de água e de tinta azul, bastões e gás lacrimogéneo e cães com ar de poucos amigos. 
Nos bastidores trava-se uma acesa discussão entre os representantes da entidade organizadora, a Casa da Imprensa, e os da ditadura de Marcelo Caetano porque a censura tinha recusado dezenas de canções e tinha proibido que se cantassem versos de outras.
A Casa da Imprensa havia cumprido com o que lhe era solicitado, tinha submetido as letras das músicas à aprovação da Direção dos Serviços de Espetáculos a 15 de março, mas apenas por volta das 21 horas de 29 de março, com o objetivo de forçar a Casa da Imprensa a cancelar o espetáculo. Os organizadores estão determinados a avançar, mesmo que apenas com um verso de cada canção. Pelo palco vão passando cantores, ficando para o fim os chamados pesos-pesados, cuja participação o regime tentara impedir. A apoteose fica a cargo de José Afonso, cujas canções foram passadas a pente fino pelos censores, que deixaram passar Grândola Vila Morena. No palco entrelaçam-se os braços, os corpos oscilam da esquerda para a direita, acompanhando a cadência alentejana. O público segue o exemplo. Um mar de gente abraça-se e entoa Grândola Vila Morena (do álbum Cantigas de Maio, de 1971, e até aí inofensiva). Seguiu-se o inócuo Milho Verde. E novamente Grândola, mas agora convertida em hino subversivo. Zeca cantava acompanhado pelo público, que berrava a estrofe "o povo é quem mais ordena".

As luzes apagam-se e os holofotes fazem um jogo de luzes que incide sobre o público e sobre o palco. É uma e meia da manhã e as pessoas saem do Coliseu abraçadas e a cantar. Entre elas, alguns militadres do MFA. Estava escolhida a senha, para passar na Rádio Renascença, à meia-noite e vinte da madrugada de 25 de abril de 1974.
in Revista Visão, n.º 1099, 27 de março a 2 de abril 2014, pp. 28-31


No centenário da Grande Guerra



A 4 de agosto de 1914 chegava a notícia da declaração de Guerra da Inglaterra à Alemanha e um recado britânico que aconselhava o Governo Português a abster-se de proclamar a neutralidade, de modo a cumprir as suas obrigações internacionais que a aliança com Inglaterra lhe impunha.
Por pressão do Foreign Office, Portugal não podia declarar-se nem beligerante nem neutral face à Guerra que eclodira na Europa. Contudo, a partir da declaração de guerra que a Alemanha nos dirigiu em março de 1916, na sequência do aprisionamento dos navios alemães em porto portugueses a pedido de Inglaterra, Portugal acabou por se constituiur como país beligerante. Foi constituído o Corpo Expedicionário Português (CEP) e assistiu-se à partida dos mais de 75 mil soldados portugueses para a Flandres… seguiu-se o esforço de guerra, as privações, as mortes...

Entre 1914 e 1918 partiram para a Guerra mais de 100 mil soldados portugueses. Combaeram em África, lutaram na Flandres. Contam-se umas 40 mil baixas. Morreram quase 8 mil homens, outros tantos ficaram feridos; 6 mil foram considerados desaparecidos e mais de 7 mil foram feitos prisioneiros.


O balanço da I Guerra foi pesado, intenso e duradouro. Portugal sofreria duramente o conflito. Para tanto, diga-se, bastava o elevado grau de dependência externa que caracterizava o País, numa altura em que tudo, ou quase tudo, o que precisava para que a sua economia funcionasse dependia do exterior. A República, recém-implantada, soçobraria.

Fonte: “No centenário da Grande Guerra”, Maria Fernanda Rollo, in Revista da Ordem dos Engenheiros, jan./fev. 2014, pp. 101-103


A Guerra surpreendeu sobretudo pela extensão da brutalidade avassaladora que aprisionou o Mundo.

Aquilino Ribeiro registou “A Guerra … copiou a vassoira das bruxas, o corcel alado das valquírias e vem pelo escuro semear a destruição e a morte (domingo, 2 de agosto de 1914, Aquilino Ribeiro, em “É a Guerra”, Amadora: Bertrand, 1958)

terça-feira, março 11, 2014

50.º Aniversário da emigração portuguesa

Na manhã do dia 10 de setembro de 1964, Armando Rodrigues de Sá foi recebido em Colónia como uma estrela: era o imigrante um milhão. Em Colónia, à estação de Deutz, acabavam de chegar dois comboios com 1106 trabalhadores estrangeiros: 933 espanhóis e 173 portugueses. E ao contrário do que acontecia habitualmente, iam ter direito a um comité de boas-vindas.
Motivo: assinalar a chegada do milionésimo gastarbeiter – trabalhador convidado em alemão. (…) Assim que os passageiros desceram para o cais, intrigados com tanto aparato. Um intérprete começou então a percorrer as filas de trabalhadores e a gritar com sotaque germânico: “Armando Rodrigues! Armando Rodrigues!”Ao fundo da plataforma, Armando Rodrigues de Sá, 38 anos, não sabia o que fazer. “Ficou assustado. Achou que era a PIDE”, contou a viúva. Nervoso, tentou esconder-se. Por alguma razão que desconhecia poderiam querer prendê-lo. Ou enviá-lo de volta para Portugal, como tinha acontecido a 24 parceiros de viagem sem os papéis em ordem e que acabaram por ficar na fronteira. Incentivado pelos companheiros de viagem, que gritaram “está aqui!, está aqui!”, o carpinteiro avançou. O intérprete explicou-lhe então que era o operário um milhão a chegar à Alemanha e que o governo tinha um prémio para ele”. Aos poucos, a tensão no seu rosto foi substituída por um sorriso largo, quando lhe deram para a mão – além de um ramo de flores e de um diploma a assinalar a ocasião – uma mota nova, da marca Zündapp. O ato foi transmitido pela televisão.
Naquela época, quem quisesse obter um passaporte válido para sair do País tinha de recorrer à Junta de Emigração e preencher uma série de requisitos: ter o serviço militar cumprido, apresentar uma certidão do registo criminal, documentar o grau de escolaridade, entregar uma certidão de nascimento, comprovar o estado civil e assinar uma declaração em que se responsabilizava pelo bem-estar da família. Criada em 1947, a Junta da Emigração cooperava com os países que angariavam operários em Portugal, com o objetivo de controlar as saídas. Em 1961, a Embaixada Alemã em Lisboa queixava-se da demora dos processos de emigração. Por isso, a 17 de março de 1964, os governos de Portugal e da República Federal da Alemanha assinaram um acordo de destacamento de trabalhadores, ao abrigo do qual o Departamento Federal do Trabalho Germânico abriu escritórios em Lisboa e no Porto. Apesar de a Alemanha atravessar um período de grande crescimento económico, o recrutamento em Portugal continuou lento. Os Alemães pensavam que tal acontecia porque não conheciam a Alemanha. Por isso, decidiram fazer uma cerimónia para mostrar que eram bem recebidos. Armando Rodrigues de Sá tornou-se um símbolo que representa a história da imigração. Hoje, aparece nos livros escolares da Alemanha, é frequentemente referido em documentários televisivos e há vários filmes que recuperaram as imagens da sua chegada a Colónia.

                                                                         in Revista Sábado, n.º 513, fev./mar. 2014, pp. 76-79

sexta-feira, fevereiro 14, 2014


Lisboa- o sinal de trânsito mais antigo da cidade, 1686


Sabem onde fica em Lisboa o sinal de trânsito mais antigo da cidade?

Na Rua do Salvador, n. º 26, em Alfama.

Junto segue a foto e leiam esta descrição:

É uma placa que data de 1686 e foi mandada afixar por D. Pedro II para orientar os coches que passavam por esta rua estreita.

Diz assim: "Ano de 1686. Sua Majestade ordena que os coches, seges e liteiras que vierem da Portaria do Salvador recuem para a mesma parte". Ou seja, o coche que vem de cima perde prioridade em relação ao coche que vem de baixo.

Esta rua, que foi muito importante há 4 séculos, quando ligava as portas do Castelo de São Jorge à Baixa, é, hoje em dia, uma pequena travessa, infelizmente cheia de prédios arruinados (como tantas outras nas redondezas), entre a Rua das Escolas Gerais e a Rua de São Tomé. A meio da pequena subida há um edifício, fora do alinhamento dos restantes, que a estrangula.

No tempo de D. Pedro II este estreitamento era causa de muitas discórdias entre os carroceiros que subiam ou desciam a rua. Se dois se encontrassem a meio, nenhum cedia passagem, uma vez que era tarefa difícil fazer recuar os animais. Houve mesmo lutas e duelos, com feridos e mortos.

Para evitar tais discórdias, foi publicado então um édito real e afixada esta placa no local, estabelecendo a prioridade a respeitar em tal situação.

 

Lenda de S. Valentim

Lenda de São Valentim
 
 Diz-se que o imperador Cláudio pretendia reunir um grande exército para expandir o império romano.Para isso, queria que os homens se alistassem como voluntários, mas a verdade é que eles estavam fartos de guerras e tinham de pensar nas famílias que deixavam para trás...
Se eles morressem em combate, quem é que as sustentaria?
Cláudio ficou furioso e considerou isto uma traição. Então teve uma ideia: se os homens não fossem casados, nada os impediria de ir para a guerra. Assim, decidiu que não seriam consentidos mais casamentos.
Os jovens acharam que essa era uma lei injusta e cruel. Por seu turno, o sacerdote Valentim, que discordava completamente da lei de Cláudio, decidiu realizar casamentos às escondidas.
A cerimónia era um acto perigoso, pois enquanto os noivos se casavam numa sala mal iluminada, tinham que ficar à escuta para tentar perceber se haveria soldados por perto.
Uma noite, durante um desses casamentos secretos, ouviram-se passos. O par que no momento estava a casar conseguiu escapar, mas o sacerdote Valentim foi capturado. Foi para a prisão à espera que chegasse o dia da sua execução.
Durante o seu cativeiro, jovens passavam pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam acreditar também no poder do amor.
Entre os jovens que o admiravam, encontrava-se a filha do seu carcereiro. O pai dela consentiu que ela o visitasse na sua cela e aí ficavam horas e horas a conversar.
No dia da sua execução, Valentim deixou uma mensagem à sua amiga (por quem dizem que se apaixonou), agradecendo a sua amizade e lealdade.
Ao que parece, essa mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S. Valentim, celebrado no dia da sua morte, a 14 de Fevereiro do ano de 269.


domingo, outubro 20, 2013

Quinta da Regaleira

A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes monumentos da Serra de Sintra. Situada no termo do centro histórico da Vila, foi construída entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia. Convidamos-te a explorar os seus recantos. Para isso clica no título. Vais ficar surpreendido!
Se não conheces e gostarias de conhecer poderás sempre deslocar-te a Sintra e visitá-la ou então, regista-te na plataforma informática interactiva InStory
e ... espreita o que a Quinta da Regaleira esconde.

Fare il portoghese


Os italianos chamam portoghese às pessoas que entram nas festas sem serem convidadas ou nos espectáculos sem pagarem bilhetes. A origem desta designação é engraçada. Começou há 496 anos e não é nada desprestigiante para os portugueses. Pelo contrário. Com os Descobrimentos, chegavam a Portugal especiarias, ouro, pérolas, madeiras e pedras preciosas vindos de África e do Oriente. Chegavam também animais exóticos nunca vistos na Europa. Para homenagear e impressionar o recém-eleito Papa Leão X, D. Manuel I enviou uma embaixada com ofertas de jóias, macacos, papagaios, cavalos persas, uma pantera, leopardos, um rinoceronte (que morreu pelo caminho) e até um elefante coberto com um pano de veludo e com um cofre em cima do dorso.
No dia 12 de Março de 1514 chegava a Roma uma fabulosa embaixada e o Papa em sinal de reconhecimento, deu ordem para que os portugueses tivessem entrada livre em todas as festas que se realizassem. O que aconteceu então, foi que os Romanos para poderem entrar sem pagar diziam "io sono portoghese" e assim ficámos nós até hoje com esta fama...