Este fóssil é considerado muito importante para o estudo da evolução humana.
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terça-feira, novembro 24, 2015
Aniversário da descoberta de Lucy
terça-feira, novembro 03, 2015
Dia das bruxas
O Halloween é uma festa comemorativa
celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os
Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é
mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.
História do Dia das Bruxas
A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta,
que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os
espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos.
Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos
assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras
enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média,
quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam
esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as
influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa,
criando o Dia de Finados (2 de novembro).
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Local:
Irlanda
quinta-feira, outubro 01, 2015
A mulher e o direito de voto
No primeiro ato eleitoral da recém nascida República, em 1911, foi permitido o voto a todos os chefes de família que soubessem ler. Como não era referido o género, Carolina Ângelo, médica, viúva, e por isso, chefe de família, foi uma das pessoas que votou. Seria a única mulher a fazê-lo.
No ato eleitoral de 1913 as mulheres já não podiam votar, pois tinha sido aprovada legislação, que especificava que apenas os homens o podiam fazer.
Em 1928, esta é uma das reivindicações fundamentais do Congresso Feminino de Portugal, mas há outras preocupações que ganham importância relacionadas, nomeadamente, com a questão do corpo e da saúde da mulher. Temas que vão merecer atenção e causar polémica nas décadas seguintes, nomeadamente, em livros como o de Maria Lamas, “Mulheres do meu país”, ou “Novas Cartas Portuguesas”, textos de um grupo de autoras que ficariam conhecidas como “As Três Marias”.
Fonte: RTPEnsina
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segunda-feira, setembro 21, 2015
725 anos da Universidade de Coimbra
Em Portugal, a primeira universidade surgiu em 1290 e deve-se ao rei poeta D. Dinis. O primeiro nome que lhe foi atribuído foi Estudo Geral Português e foi reconhecida, como era indispensável, pela bula papal "De Statu regni Portugaliae". Ali se estudavam Artes, Direito Canónico, Direito Civil e Medicina.
A Universidade começou por funcionar em Lisboa; em 1308 passou para Coimbra, tendo regressado a Lisboa em 1338. Em 1354 voltou de novo para Coimbra; em 1377 regressou a Lisboa e, em 1537, no reinado de D. João III fixou-se definitivamente em Coimbra.
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Universidade de Coimbra
domingo, setembro 20, 2015
quinta-feira, abril 23, 2015
Chamaram-lhes retornados
"Chamaram-lhes retornados" é o título de um artigo do Jornal Observador, publicado em 11 de abril de 2015, relativo à aventura de regresso à Metrópole que milhares de retornados viveram, depois da descolonização.
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quinta-feira, abril 02, 2015
Ovos da Páscoa
Ovos de Páscoa
No contexto de páscoa, o ovo significa ressurreição ou regeneração. Entretanto, sua origem não é cristã uma vez que está associada ao mito da deusa da fertilidade anglo-saxã “Eostre”. Assim, na época primaveril, os ovos coloridos e as lebres estavam associados a ela e demonstravam os ritos de fertilidade, de renovação e de renascimento.http://www.dicionariodesimbolos.com.br/ovo/
Conheça a história dos ovos Fabergé, produzidos pelo talentoso joalheiro russo Peter Carl Fabergé que se converteram em obras de arte, ovos cravejados de jóias preciosas e que eram presenteados aos Czares da Rússia, a família Romanov.
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quinta-feira, fevereiro 26, 2015
Concurso Contador de histórias 2014-15
Como sabem, realizou-se ontem a semifinal do concurso "Contador de histórias".
Foram selecionados para a final os seguintes alunos:
6º
D - Alexandrina Buímistru; 5º C - Afonso Dupic; 5º D- Ana Beatriz
Teles; 6º G- Rodrigo Baião; 6º H- Tomás Alexandre; 5º G- Bárbara
Fernandes.
Lamentamos que alguns dos alunos indicados não tivessem comparecido.
Relembramos que a final do Concurso realizar-se-á no dia 3 de Março, às 11.30h.
Muito obrigada a todos pela colaboração.
domingo, outubro 26, 2014
Exposição marca os 180 anos da morte de D.Pedro IV
O objetivo deste projeto museológico consistiu em estudar e valorizar o Quarto D. Quixote e os espaços adjacentes, bem como a figura de D. Pedro IV, através de uma nova museografia e de vários suportes interpretativos, com destaque para os digitais.
Quando:25 de Setembro de 2014 @ 9:00 am – 5:30 pm
Repetição:Diariamente até 27 de Março de 2015
Onde:Palácio de Queluz
http://www.parquesdesintra.pt/agenda-cultural/
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domingo, outubro 05, 2014
O que aconteceu a 5 de outubro de 1910?
A República Portuguesa foi proclamada em Lisboa a 5 de outubro de 1910. Nesse dia foi organizado um governo provisório, que tomou o controlo da administração do país, chefiado por Teófilo Braga, um dos teorizadores do movimento republicano nacional. Iniciava-se um processo que culminou na implantação de um regime republicano, que definitivamente afastou a monarquia.
Este governo, pelos decretos de 14 de março, 5, 20 e 28 de abril de 1911, impôs as novas regras da eleição dos deputados da Assembleia Constituinte, reunida pela primeira vez a 19 de junho desse ano, numa sessão onde foi sancionada a revolução republicana; foi abolido o direito da monarquia; e foi decretada uma república democrática, que veio a ser dotada de uma nova Constituição, ainda em 1911.
http://www.infopedia.pt/$implantacao-da-republica;jsessionid=S7MnMsFSiEjkZYFyBTtXGg__
Este governo, pelos decretos de 14 de março, 5, 20 e 28 de abril de 1911, impôs as novas regras da eleição dos deputados da Assembleia Constituinte, reunida pela primeira vez a 19 de junho desse ano, numa sessão onde foi sancionada a revolução republicana; foi abolido o direito da monarquia; e foi decretada uma república democrática, que veio a ser dotada de uma nova Constituição, ainda em 1911.
http://www.infopedia.pt/$implantacao-da-republica;jsessionid=S7MnMsFSiEjkZYFyBTtXGg__
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sábado, abril 19, 2014
Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, Lugares de Memória
Hoje, 18 de abril, comemora-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, Lugares de Memória.
Para assinalar esta data o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, deu a conhecer um pouco da sua história e da sua função ao longo dos tempos.
Quando a cantiga se fez arma
29 de março de 1974, 22H00
No Coliseu dos Recreios concentram-se 7 mil pessoas para o I Encontro da Canção Portuguesa.
O ambiente está tenso, o Coliseu foi convertido numa fortaleza sitiada por centenas de polícias de choque, canhões de água e de tinta azul, bastões e gás lacrimogéneo e cães com ar de poucos amigos.
Nos bastidores trava-se uma acesa discussão entre os representantes da entidade organizadora, a Casa da Imprensa, e os da ditadura de Marcelo Caetano porque a censura tinha recusado dezenas de canções e tinha proibido que se cantassem versos de outras.
A Casa da Imprensa havia cumprido com o que lhe era solicitado, tinha submetido as letras das músicas à aprovação da Direção dos Serviços de Espetáculos a 15 de março, mas apenas por volta das 21 horas de 29 de março, com o objetivo de forçar a Casa da Imprensa a cancelar o espetáculo. Os organizadores estão determinados a avançar, mesmo que apenas com um verso de cada canção. Pelo palco vão passando cantores, ficando para o fim os chamados pesos-pesados, cuja participação o regime tentara impedir. A apoteose fica a cargo de José Afonso, cujas canções foram passadas a pente fino pelos censores, que deixaram passar Grândola Vila Morena. No palco entrelaçam-se os braços, os corpos oscilam da esquerda para a direita, acompanhando a cadência alentejana. O público segue o exemplo. Um mar de gente abraça-se e entoa Grândola Vila Morena (do álbum Cantigas de Maio, de 1971, e até aí inofensiva). Seguiu-se o inócuo Milho Verde. E novamente Grândola, mas agora convertida em hino subversivo. Zeca cantava acompanhado pelo público, que berrava a estrofe "o povo é quem mais ordena".
As luzes apagam-se e os holofotes fazem um jogo de luzes que incide sobre o público e sobre o palco. É uma e meia da manhã e as pessoas saem do Coliseu abraçadas e a cantar. Entre elas, alguns militadres do MFA. Estava escolhida a senha, para passar na Rádio Renascença, à meia-noite e vinte da madrugada de 25 de abril de 1974.
in Revista Visão, n.º 1099, 27 de março a 2 de abril 2014, pp. 28-31
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Zeca Afonso
No centenário da Grande Guerra
A 4 de agosto de 1914 chegava a notícia da declaração de Guerra da Inglaterra à Alemanha e um recado britânico que aconselhava o Governo Português a abster-se de proclamar a neutralidade, de modo a cumprir as suas obrigações internacionais que a aliança com Inglaterra lhe impunha.
Por pressão do Foreign Office, Portugal não podia declarar-se
nem beligerante nem neutral face à Guerra que eclodira na Europa. Contudo, a
partir da declaração de guerra que a Alemanha nos dirigiu em março de 1916, na
sequência do aprisionamento dos navios alemães em porto portugueses a pedido de
Inglaterra, Portugal acabou por se constituiur como país beligerante. Foi
constituído o Corpo Expedicionário Português (CEP) e assistiu-se à partida dos
mais de 75 mil soldados portugueses para a Flandres… seguiu-se o esforço de
guerra, as privações, as mortes...
Entre 1914 e 1918 partiram para a Guerra mais de 100 mil
soldados portugueses. Combaeram em África, lutaram na Flandres. Contam-se umas
40 mil baixas. Morreram quase 8 mil homens, outros tantos ficaram feridos; 6
mil foram considerados desaparecidos e mais de 7 mil foram feitos prisioneiros.
O balanço da I Guerra foi pesado, intenso e duradouro. Portugal
sofreria duramente o conflito. Para tanto, diga-se, bastava o elevado grau de
dependência externa que caracterizava o País, numa altura em que tudo, ou quase
tudo, o que precisava para que a sua economia funcionasse dependia do exterior.
A República, recém-implantada, soçobraria.
Fonte: “No centenário da Grande Guerra”, Maria Fernanda
Rollo, in Revista da Ordem dos Engenheiros, jan./fev. 2014, pp. 101-103
A Guerra surpreendeu sobretudo pela extensão da brutalidade avassaladora que aprisionou o Mundo.
Aquilino Ribeiro registou “A Guerra … copiou a vassoira das
bruxas, o corcel alado das valquírias e vem pelo escuro semear a destruição e a
morte” (domingo, 2 de agosto de 1914, Aquilino Ribeiro, em “É a Guerra”,
Amadora: Bertrand, 1958)
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CEP,
Corpo Expedicionário Português,
I Guerra Mundial
terça-feira, março 11, 2014
50.º Aniversário da emigração portuguesa
Na manhã do dia 10 de setembro de 1964, Armando Rodrigues de Sá foi recebido em Colónia como uma estrela: era o imigrante um milhão. Em Colónia, à estação de Deutz, acabavam de chegar dois comboios com 1106 trabalhadores estrangeiros: 933 espanhóis e 173 portugueses. E ao contrário do que acontecia habitualmente, iam ter direito a um comité de boas-vindas.
Motivo: assinalar a chegada do milionésimo gastarbeiter – trabalhador convidado em alemão. (…) Assim que os passageiros desceram para o cais, intrigados com tanto aparato. Um intérprete começou então a percorrer as filas de trabalhadores e a gritar com sotaque germânico: “Armando Rodrigues! Armando Rodrigues!”Ao fundo da plataforma, Armando Rodrigues de Sá, 38 anos, não sabia o que fazer. “Ficou assustado. Achou que era a PIDE”, contou a viúva. Nervoso, tentou esconder-se. Por alguma razão que desconhecia poderiam querer prendê-lo. Ou enviá-lo de volta para Portugal, como tinha acontecido a 24 parceiros de viagem sem os papéis em ordem e que acabaram por ficar na fronteira.
Incentivado pelos companheiros de viagem, que gritaram “está aqui!, está aqui!”, o carpinteiro avançou. O intérprete explicou-lhe então que era o operário um milhão a chegar à Alemanha e que o governo tinha um prémio para ele”. Aos poucos, a tensão no seu rosto foi substituída por um sorriso largo, quando lhe deram para a mão – além de um ramo de flores e de um diploma a assinalar a ocasião – uma mota nova, da marca Zündapp. O ato foi transmitido pela televisão.
Naquela época, quem quisesse obter um passaporte válido para sair do País tinha de recorrer à Junta de Emigração e preencher uma série de requisitos: ter o serviço militar cumprido, apresentar uma certidão do registo criminal, documentar o grau de escolaridade, entregar uma certidão de nascimento, comprovar o estado civil e assinar uma declaração em que se responsabilizava pelo bem-estar da família. Criada em 1947, a Junta da Emigração cooperava com os países que angariavam operários em Portugal, com o objetivo de controlar as saídas.
Em 1961, a Embaixada Alemã em Lisboa queixava-se da demora dos processos de emigração. Por isso, a 17 de março de 1964, os governos de Portugal e da República Federal da Alemanha assinaram um acordo de destacamento de trabalhadores, ao abrigo do qual o Departamento Federal do Trabalho Germânico abriu escritórios em Lisboa e no Porto. Apesar de a Alemanha atravessar um período de grande crescimento económico, o recrutamento em Portugal continuou lento. Os Alemães pensavam que tal acontecia porque não conheciam a Alemanha. Por isso, decidiram fazer uma cerimónia para mostrar que eram bem recebidos.
Armando Rodrigues de Sá tornou-se um símbolo que representa a história da imigração. Hoje, aparece nos livros escolares da Alemanha, é frequentemente referido em documentários televisivos e há vários filmes que recuperaram as imagens da sua chegada a Colónia.
in Revista Sábado, n.º 513, fev./mar. 2014, pp. 76-79
sexta-feira, fevereiro 14, 2014
Lisboa- o sinal de trânsito mais antigo da cidade,
1686
Sabem onde fica em Lisboa o sinal de trânsito mais
antigo da cidade?
Na Rua do Salvador, n. º 26, em Alfama.
Junto segue a foto e leiam esta descrição:
É uma placa que data de 1686 e foi mandada afixar por
D. Pedro II para orientar os coches que passavam por esta rua estreita.
Diz assim: "Ano de 1686. Sua Majestade ordena que
os coches, seges e liteiras que vierem da Portaria do Salvador recuem para a
mesma parte". Ou seja, o coche que vem de cima perde prioridade em relação
ao coche que vem de baixo.
Esta rua, que foi muito importante há 4 séculos,
quando ligava as portas do Castelo de São Jorge à Baixa, é, hoje em dia, uma
pequena travessa, infelizmente cheia de prédios arruinados (como tantas outras
nas redondezas), entre a Rua das Escolas Gerais e a Rua de São Tomé. A meio da
pequena subida há um edifício, fora do alinhamento dos restantes, que a
estrangula.
No tempo de D. Pedro II este estreitamento era causa
de muitas discórdias entre os carroceiros que subiam ou desciam a rua. Se dois
se encontrassem a meio, nenhum cedia passagem, uma vez que era tarefa difícil
fazer recuar os animais. Houve mesmo lutas e duelos, com feridos e mortos.
Para evitar tais discórdias, foi publicado então um édito
real e afixada esta placa no local, estabelecendo a prioridade a respeitar em
tal situação.
Lenda de S. Valentim
domingo, outubro 20, 2013
Quinta da Regaleira
A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes monumentos da Serra de Sintra. Situada no termo do centro histórico da Vila, foi construída entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia.
Convidamos-te a explorar os seus recantos.
Para isso clica no título.
Vais ficar surpreendido!
Se não conheces e gostarias de conhecer poderás sempre deslocar-te a Sintra e visitá-la ou então, regista-te na plataforma informática interactiva InStory e ... espreita o que a Quinta da Regaleira esconde.
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Fare il portoghese
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Novas descobertas - o hábito do palito
Um novo estudo levado a cabo pelo Instituto Catalão de Paleontologia Humana e Evolução Social (IPHES), com sede em Tarragona - Espanha, em colaboração coma Universidade Autónoma de Barcelona (UAB) dá conta de que o homem de Neandertal usava palitos para acalmar a dor provocada por problemas da boca, como a inflamação das gengivas. Este hábito de eliminar os restos de comida dos dentes com um palito está já há muito associado ao gémero "homo", tendo sido inclusivamente já sido documentado o seu usos em dentes do "Homo Habilis", que viveu entre 1,9 e 1,6 milhões de anos.
A nova investigação, baseada em restos fósseis de um Neandertal, demonstra que este hominídeo usava os palitos de dentes com outro objetivo: acalmar a dor causada por algumas doenças da boca, nomeadamente a inflamação das gengivas. O fóssil no qual foi observada esta patologia foi encontrado em Valência e, ainda que a sua cronologia não seja muito clara, confirma-se que se trata de um Neandertal que viveu há entre 150.000 e 50.000 mil anos.
A investigação relaciona as marcas de palitos nos molares do Neandertal com a doença periodontal (inflamação das gengivas), uma vez que o fóssil analisado apresentava porosidade nos maxilares e perda de osso, ambos sintomas característicos da deterioração causada por essa doença. Este caso configura-se como o mais antigo tratamento paliativo com este objeto - o palito.
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3482542
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Homem de Neanderthal
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