D. Pedro IV

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terça-feira, dezembro 12, 2006

Uma distracção imperdoável



Em 1913, um ano antes de ser declarada a Primeira Guerra Mundial, os Ingleses estavam com um problema. Tinham quantidades enormes do mineral Tungsténio (também conhecido por volfrâmio) que, pensavam eles na altura, não tinha absolutamente utilidade nenhuma. Ora os Alemães, conhecendo já as qualidades deste mineral, ofereceram-se muito gentilmente para comprar este grande “desperdício”. Os Ingleses, pensando que estavam a fazer o negócio da vida deles, aceitaram de bom grado a oferta alemã. Até que... veio a guerra e lhes mostrou a verdade sobre o Tungsténio: o mineral que tornava as armas dos seus antagónicos rivais tão fortes e resistentes era aquele que em tempos tinha sido extraído das suas próprias minas na Cornualha e considerado um “desperdício”.
Moral da História: Ficou como lição para as gerações seguintes que o conhecimento científico é uma arma muito mais poderosa do que o mais potente dos canhões.


Curiosidade da autoria de Ricardo Correia, 9ºA

sábado, dezembro 02, 2006

Vento dos deuses



No dia 25 de Outubro, pela manhã, no ano de 1944, os Marinheiros da primeira frota armada americana, com base nas Filipinas, avistaram seis caças japoneses, que se aproximavam cada vez mais. Imediatamente abriram fogo. Dois deles foram logo abatidos, ou outros, esquivando-se aos projécteis, conseguiram (pelo menos um deles) despenhar-se no convés do porta-aviões. Morreram neste ataque 31 marinheiros e ficaram feridos 82. Eram assim apresentados ao mundo os Kamikazes.
Mas o que significa este nome?
No ano de 1281, o imperador mongol Kublai Khan havia lançado poderosa expedição contra o Japão, que se recusava a pagar-lhe tributos. Uma forte armada de mais de 3 mil navios desembarcou 160 mil conquistadores mongóis, chineses e coreanos nas ilhotas de Takashima e Hirado. Os defensores estavam em deplorável situação quando, em Agosto, um terrível tufão dispersou e afundou a esquadra mongol. Essa "intervenção" que salvou o Japão ficou na memória colectiva como "o vento dos deuses" - Kamikaze.
Na sequência dos ataques Kamikazes, no total, morreram 4837 japoneses.

Curiosidade da autoria de Rafael Neves, n.º 15, 9ºA

sexta-feira, novembro 24, 2006

Sabias que...?



... Conta a lenda que, numa noite de muitos afazeres, Napoleão Bonaparte simplesmente se esqueceu do jantar, para desespero dos seus cozinheiros. Com medo de desagradar o alto comandante, 23 frangos foram colocados sucessivamente no espeto, ressaltando a preocupação da equipa de cozinha em levar o animal quente para a mesa.

Trabalho realizado por Patrícia Bento, 6H

Fósforos


"O Museu dos Fósforos representa a maior colecção filuminística da Europa, colecção essa iniciada em 1953 pelas mãos de Aquiles de Mota Lima, reconhecido cidadão Tomarense, que se destacou em actividades culturais de grande mérito.Esta colecção, viu o seu início na viagem de navio que Aquiles de Mota Lima realizou para Londres, onde iria assistir à coroação da Rainha Isabel II e onde travou conhecimento com uma coleccionadora americana de caixas de fósforos.Desde essa altura, foi um multiplicar de caixas que actualmente rondam as 43 mil, representando 122 países, quadros de pintores famosos, instrumentos musicais, filmes, vedetas, jóias e pedras preciosas, mitos e lendas. Portugal como não poderia deixar de ser também se encontra representado desde os primeiros "amorfos".Actualmente esta riquíssima colecção é pertença da Câmara Municipal de Tomar, uma vez que em 1980, foi doada pelo coleccionador e instalada no Convento de São Francisco."
Texto e imagens retirados de:

terça-feira, novembro 07, 2006

Napoleão e os frangos


Napoleão Bonaparte era, em termos alimentares, um modelo de sobriedade, bem longe do perfil megalómano que lhe é reconhecido em termos de conquistas militares. Na composição das suas ementas diárias não havia muito maior refinamento do que nas de um simples soldado. Despachava as refeições com um rigor militar, não excedendo 15 minutos para cada uma. Somente ao domingo, quando estava com a família, se prestava a uma refeição um pouco mais prolongada.

De tal forma vivia alheio aos prazeres da mesa que, certa vez, ter-se-á esquecido do jantar, de tal forma estava empenhado nos seus afazeres. Os moços de cozinha do palácio, esmerados no seu serviço, foram colocando sucessivamente no espeto 23 frangos, preocupados com estavam em servir comida quente ao seu Imperador!


Curiosidade da autoria de Carlos Fonseca, 9ºE


sábado, outubro 28, 2006

A Primeira Viagem de Comboio em Portugal


Foi há 150 anos que circulou o primeiro comboio em Portugal (28 de Outubro de 1856). Uma viagem pequena, de cerca de 37 quilómetros entre Lisboa e o Carregado. Foi também uma viagem atribulada, pelo menos a crer no relato que dela nos dá a Marquesa de Rio Maior.
Ao que parece, a máquina não tinha força para puxar todas as carruagens que lhe atrelaram e... largou algumas delas pelo caminho. Muitos convidados não terão chegado ao local da festa e tiverem de ser recolhidos em vários pontos do caminho.
Contudo, há poucas certezas sobre os factos desse dia: seriam uma ou duas locomotivas (a Portugal e a Coimbra)? Foram 14, 15, 16 ou 17 carruagens?
Sobre essa viagem e sobre comboios em Portugal pode-se saber mais aqui:
A Refer irá distribuir um livro aos alunos do 1º ciclo para comemorar este acontecimento.Pode encontrá-lo neste endereço:
Imagem retirada de:
Nunes, Edite Correia, Dias, Maria Judite, Acção e Aventura-História e Geografia de Portugal 6º Ano, Texto Editores

sábado, outubro 14, 2006

terça-feira, abril 25, 2006

25 de Abril de 1974


No dia 25 de Abril de 1974, uma revolução pôs fim a 48 anos de ditadura em Portugal.
A rádio transmitiu duas canções que serviram como sinal para que os militares tivessem a certeza que podiam desencadear as operações militares. Eram as senhas para o início da revolução dos cravos!


E Depois do Adeus

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

José Niza


Grândola Vila Morena

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Zeca Afonso

sexta-feira, março 31, 2006

Dá-me a honra de uma dança?


Menina ou senhora que se prezasse nunca deixava de se fazer acompanhar do seu "carnet" nos bailes românticos do séc. XIX. Nele anotava de forma ordenada o nome dos cavalheiros que lhe pediam a honra de uma dança. E alterar a ordem de inscrição era considerado uma ofensa grave para aquele que era ultrapassado.
O "carnet" de baile era uma espécie de caderninho com uma lapiseira e uma corrente que o prendia ao pulso. Os mais luxuosos tinham capa de ouro ou prata decorada com diamantes e rubis. (Uma boa sugestão para o Dia da Mãe. Não acham?)

segunda-feira, março 27, 2006

A praga dos acidentes

No nosso país, o primeiro acidente de carro deu-se em 1895. (Terá sido causado pela velocidade ou pela falta de civismo dos condutores?)
O episódio ficou documentado nos jornais que na época se publicavam em Setúbal. A edição de 20 de Outubro de 1895 do semanário "O Distrito" dava a sua versão dos acontecimentos. "Esteve na terça-feira nesta cidade o novo carro Panhard-Levasseur movido a petróleo. Vinham no referido carro o seu proprietário, senhor conde de Avilez e um engenheiro francês, segundo nos consta. Veio numa hora do Barreiro a Setúbal por Palmela, onde foi enganado no trajecto a seguir, tendo de descer a calçada de Palmela, que é muito íngreme. O carro, ao chegar ao fim da calçada, involuntariamente, atropelou um burro, molestando-o levemente."
Após o acidenete, de acordo com o relato do jornal, "diversos sujeitos fizeram com que o senhor conde de Avilez depositasse quarenta mil réis, senão não o deixariam seguir".

in Jornal de Notícias, 15/10/2005

domingo, março 26, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (1810-1811 - O Final)


Página do diário de Joaninha, aliás Adriana Maia Dias, do 6ºC. Trabalho realizado para a disciplina de História e Geografia de Portugal.
Professora - Fátima Melo.

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (1810)


Página do diário de Joaninha que viveu há 200 anos e hoje tem os seus escritos patrióticos publicados numa escola perto de si...

sábado, março 25, 2006

De lenço na cabeça


Certamente toda a gente já viu as senhoras mais velhas usarem um lenço a tapar a cabeça. Pois bem, esta tradição remonta à época de D. João VI. Quando ele e a sua mulher, D. Carlota Joaquina, fugiram para o Brasil, o barco sofreu uma praga de piolhos, o que obrigou a futura rainha a rapar o cabelo.
Mas como princesa que se preze não podia andar de cabelo rapado, D. Carlota Joaquina passou a usar lenços a cobrir-lhe a cabeça, tendo desembarcado assim no Brasil, o que causou grande estranheza aos habitantes daquele território.
Foi assim que nasceu a moda do lenço na cabeça.

Esta curiosidade foi contada pelo guia dos Serviços Educativos do Palácio/Convento de Mafra, durante a visita de estudo do 8ºA e do 8ºB, no dia 17 de Março.

Curiosidade da autoria de Maria João Tavares, 8ºA

quinta-feira, março 23, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (1809)


Página do diário de Joaninha que, antes de ser aluna desta escola, assistiu a um dos episódios marcantes da História Contemporânea de Portugal.

terça-feira, março 21, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha ( 1807, um bocadinho mais tarde)


Página de diário antigo encontrada em Queluz por uma aluna de nome Adriana.

domingo, março 19, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha ( 1807)



Página de diário de uma rapariga revoltada com as invasões que 200 anos depois se inscreveu na nossa escola

sábado, março 18, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha ( Ainda O Início)



Página de diário de uma tal "Joaninha" que se hoje fosse aluna se chamaria Adriana Dias e seria do 6º C.

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (O Início)



Página de diário da autoria de "Joaninha", hoje também conhecida como Adriana Maia Dias. Diz que é do 6º C!