D. Pedro IV

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domingo, novembro 16, 2008

BIBLIOTECA JOANINA

Portal da Biblioteca Joanina
A Biblioteca Joanina deve o seu nome a D. João V, seu benfeitor, cujo escudo está esculpido no portal barroco. Situada no Pátio da Faculdade de Direito de Coimbra, a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra - reconhecida como uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias - foi construída entre 1717e 1728, no século XVIII, com madeiras exóticas e ouro do Brasil. O edifício, em estilo barroco, tem três andares, apresenta três salas que comunicam entre si por arcos decorados, encimados pelo escudo real e, completamente revestidos de estantes (seis dezenas), decorados com motivos chineses: na primeira sala em contraste ouro sobre fundo verde; na segunda, ouro sobre fundo vermelho e na última ouro sobre fundo negro. Foi totalmente executada por artistas portugueses. As suas paredes estão cobertas por estantes de dois andares, em madeiras exóticas, douradas e policromadas; os tectos pintados são da autoria dos pintores lisboetas Simões Ribeiro e Vicente Nunes, apresentam motivos alusivos às artes e às ciências e, no centro, uma figura feminina simboliza a Sapiência Divina.

Inicialmente conhecida por Casa da Livraria, a biblioteca incorporou os primeiros livros depois de 1750. Possui mais de 200 mil obras, de que se destacam exemplares de medicina, geografia, história, estudos humanísticos, ciências, direito civil e canónico, filosofia e teologia dos séculos XII ao XIX. Cerca de 40 mil volumes estão disponíveis no piso nobre, aquele que pode ser visitado. Na primeira sala estão arrumadas as obras relativas às ciências humanas; na segunda, as obras relativas às ciências naturais; e, na terceira sala, os volumes dedicados à teologia, ao direito canónico e às leis. Do seu acervo faz parte um exemplar da Bíblia Latina das 48 Linhas - assim chamada por possuir, exactamente, 48 linhas por página - impressa em 1462 por dois sócios de Gutenberg, considerada a mais bela das primeiras quatro bíblias impressas.
As colecções bibliográficas datam dos séculos XV, XVII e XVIII e representam o que de melhor havia na Europa culta naquele tempo. Todos estes exemplares bibliográficos estão em boas condições porque o edifício funciona como uma caixa-forte; as suas paredes exteriores de 2,11 metros de espessura, a porta feita em madeira de teca, o interior revestido com um tipo de madeira que absorve a humidade excessiva proporcionam um ambiente estável ao longo de todo o ano, favorável à conservação do livro. As estantes são feitas em madeira de carvalho, muito densa, liberta um odor que repele os insectos - papirófagos - e dificulta a sua penetração.
Tal como na Biblioteca do Convento de Mafra, também aqui habita uma colónia de morcegos que, durante a noite, se alimentam dos insectos. Porém, a presença destes mamíferos alados exige cuidados adicionais para prevenir danos causados pelos seus dejectos nas madeiras preciosas das mesas; todos os dias, ao fechar a biblioteca, um funcionário cobre os bufets (mesas) com toalhas de couro e, de manhã, retira-as e limpa o chão.
Esta biblioteca pode, hoje, ser visitada virtualmente. Para entrares, clica neste link.

imagens recolhidas em http://philmindspot.blogs.sapo.pt/31060.html

sábado, novembro 15, 2008

ESTILO BARROCO


O estilo barroco nasceu em Roma, Itália, e rapidamente se espalhou pela Europa. Era uma arte espectacular e faustosa, que serviu, admiravelmente, a necessidade que os os governos absolutistas, as igrejas cristãs e a burguesia sentiam de impressionar e deslumbrar o povo.
O nome "barroco" tem origem na palavra espanhola barueco que significa "pérola de forma irregular.
Em Portugal, o estilo barroco atingiu o seu esplendor com D. João V,- barroco joanino - que, graças ao ouro do Brasil contratou artistas estrangeiros e mandou realizar várias obras de arte. As criações dos artistas portugueses é visível nos altares de talha dourada e nos painéis de azulejos, em azul e branco, que embelezam igrejas, salões, escadarias e jardins.
Durante este período foram construídos, em Portugal, grandes obras de arte de que destacamos: o Convento e a Biblioteca do Convento de Mafra, a Torre dos Clérigos,a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, a Igreja e escadas do Bom Jesus de Braga, o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego, o Palácio do Freixo no Porto e o Solar de Mateus em Vila Real.
in http://
www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/historia/historia_ trab/barroco.
htm
Curiosidade recolhida por André Caetano, 6.º A

quinta-feira, março 01, 2007

As sete maravilhas da Antiguidade

As 7 Maravilhas do Mundo Antigo


Philon de Bizâncio foi um importante engenheiro grego da antiguidade. O seu livro De Septem Orbis Miraculis é um dos poucos documentos que trazem a lista original das Sete maravilhas do Mundo Antigo.
No seu livro, são nomeadas como as Sete Maravilhas do Mundo Antigo:

- As Pirâmides de Gizé (no Egipto);

- Os Jardins Suspensos da Babilónia (na antiga Suméria, onde hoje fica o Iraque);




- A Estátua de Zeus (Construída em ouro, marfim e pedras preciosas na Grécia, foi levada para a antiga Constantinopla, hoje Istambul, onde se pensa ter sido destruída por um incêndio);

- O Templo de Ártemis (na actual Turquia);

- O Mausoléu de Halicarnasso (na actual cidade de Bodrum, Turquia);

- O Colosso de Rhodes (estátua de Hélio na entrada marítima da ilha de Rhodes, no mar Mediterrâneo);

- O Farol de Alexandria (Torre de mármore na ilha de Faros, perto do porto de Alexandria, no Egipto).



Estas foram os sete monumentos descritos como as sete maravilhas do Mundo antigo.
Destas, o único monumento que se encontra ainda de pé, são as pirâmides de Gizé, na cidade do Cairo, no Egipto.
web.educom.pt/paulaperna/7maravilhas.htm

quinta-feira, abril 13, 2006

Porque "pictura est laicorum literatura", aqui fica o resto da ilustração da época

Descida da Cruz
Ressurreição
Ascensão
A expressão é de Umberto Eco em o Nome da Rosa.
As pinturas são de António Nogueira, século XVI e estão no Museu Regional de Beja

domingo, abril 02, 2006

O Assador (revisitado)

O assador faz parte de uma pintura do início do século XVI ( O Inferno) e pode ser visto aqui:



Ver e saber mais em: http://www.uc.pt/artes/6spp/

sábado, março 25, 2006

Assador



Em que quadro português este assador de sardinhas (objecto útil e extremamente valioso) foi utilizado com fins muito pouco gastronómicos?