D. Pedro IV

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quinta-feira, novembro 13, 2008

Mauser 96


Das pistolas semi-automáticas conhecidas a Mauser 96 foi a primeira a ser generalizada . Foi projectada pelos irmãos Fidel, Friedrich e Josef Feederle em 1895. Fabricada na Alemanha, pela Mauser, a partir de 1896. Esta arma foi também era fabricada em países como a Espanha e a China.
As principais características da C96 são o depósito interno de munições na frente do gatilho, o cano longo, o coldre de madeira que pode ser utilizado como coronha e o punho em forma de cabo de vassoura.

Pesquisa efectuada pelo Gonçalo Araújo,nº13, do 9º E.

quarta-feira, novembro 05, 2008

Pistola-metralhadora...


Uma pistola-metralhadora, também designada submetralhadora ou metralhadora de mão é uma arma automática de tamanho reduzido. A maioria das PM tem um calibre de 9 mm e é usada em tiro instintivo para auto-defesa próxima. A sua fraca precisão é compensada pela elevada cadência de tiro. As primeiras armas deste tipo surgiram na Primeira Guerra Mundial para uso em operações de assalto e varrimento de trincheiras. O seu uso militar generalizado manteve-se até pouco depois da Segunda Guerra Mundial.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pistola-metralhadora

sábado, outubro 25, 2008

Ainda mais sobre as Teppó ...


A introdução das armas de fogo, as teppó, no Japão, pelos Portugueses teve um importante impacto no plano militar. Surgiu a infantaria em substituição da cavalaria tradicional, quer na unificação quer na pacificação do império do sol nascente, e influenciou o estilo de construção dos castelos.Estas espingardas espalharam-se, rapidamente, como arma de ponta entre os senhores feudais do Japão.
A lenda de Fernão Mendes Pinto, contada na ilha de Tanegashim, refere que os Japoneses ficaram com um exemplar da teppó e, a partir dela, tentaram fazer réplicas através da tecnologia do ferro, bem conhecida pelos artesãos que já faziam facas e tesoura. Conta a lenda que os ferreiros não conseguiam descobrir o segredo do fabrico do gatilho, o que tornava a teppó sem a função de poder disparar. Na segunda viagem que Fernão Mendes Pinto fez, um dos ferreiros “ofereceu- lhe” a sua filha Wakasa como contrapartida do fornecimento do segredo da teppó. Na posse do segredo tecnológico do gatilho da teppó tinham agora possibilidade de a usar para aquilo para que foi fabricada, para disparar. Esta lenda foi trabalhada pelos Japoneses de forma encantatória e a sua representação gráfica e teatral pode ser vista no Teppó Museum (Museu da Espingarda). Ainda hoje, no último fim-de-semana do mês de Julho, se celebram, todos os anos na ilha de Tanegashima, o Teppó Matsuri (Festival da Espingarda, em Nishinoomote) e o Rocket Matsuri (Festival do Foguetão, em Minamitane).

terça-feira, dezembro 12, 2006

Uma distracção imperdoável



Em 1913, um ano antes de ser declarada a Primeira Guerra Mundial, os Ingleses estavam com um problema. Tinham quantidades enormes do mineral Tungsténio (também conhecido por volfrâmio) que, pensavam eles na altura, não tinha absolutamente utilidade nenhuma. Ora os Alemães, conhecendo já as qualidades deste mineral, ofereceram-se muito gentilmente para comprar este grande “desperdício”. Os Ingleses, pensando que estavam a fazer o negócio da vida deles, aceitaram de bom grado a oferta alemã. Até que... veio a guerra e lhes mostrou a verdade sobre o Tungsténio: o mineral que tornava as armas dos seus antagónicos rivais tão fortes e resistentes era aquele que em tempos tinha sido extraído das suas próprias minas na Cornualha e considerado um “desperdício”.
Moral da História: Ficou como lição para as gerações seguintes que o conhecimento científico é uma arma muito mais poderosa do que o mais potente dos canhões.


Curiosidade da autoria de Ricardo Correia, 9ºA

sexta-feira, novembro 11, 2005

O Mistério do Tubo Flamejante! Uma História de Atirar...



Conta Fernão Mendes Pinto, em A Peregrinação, que desembarcou no Japão, na ilha de Tanegashima (Tanixumá), na companhia de Cristóvao Borralho e Diogo Zeimoto. À falta do que fazer, passavam o tempo na caça, na pesca e a ver os templos da região.
Diogo Zeimoto, tido como bom atirador, num dia em que se aproximaram de um paul, atirou sobre as aves que viu, tendo matado 26 marrecos (patos).
Os que a este prodígio assistiram informaram o Nautaquim (príncipe da ilha). " O Zeimoto, vendo-os tão pasmados e o nautoquim tão contente, fez perante eles três tiros em que matou um milhano (milhafre) e duas rolas".
Zeimoto acabou por "oferecer" a espingarda ao Nautaquim e, a pedido deste, ter-lhe-á ensinado a produzir pólvora...
O sucesso teria sido tal que, quando os Portugueses partiram, cinco meses depois, já existiriam mais de seiscentas espingardas.