D. Pedro IV

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sábado, novembro 15, 2008

A GUERRA DOS EMBOADAS

Nos princípios do século XVIII, espalharam-se pelo Brasil e por Portugal notícias sobre as grandes reservas de ouro descobertas pelos bandeirantes paulistas na região de Minas Gerais, o que provocou grandes movimentos de pessoas que se aventuravam na procura dessas riquezas.
Estes bandeirantes reclamaram para si a exclusividade da exploração de ouro,o que desencadeou vários confliots armados nesta região com os estrangeiros - baianos e portugueses. Aos estrangeiros chamavam "emboadas" (nome tupi, que significa aves pernaltas) por usarem botas de cano alto. O dirigente dos Emboadas era o português Manuel Nunes Vieira.
Os bandeirantes paulistas dirigidos por Manuel de Borba Gato, sofreram muitas derrotas e perderam várias minas. Isto fez com que os paulistas se virassem para a região oeste onde,anos mais tarde, descobririam novas jazidas de ouro nos atuais estados do Mato Grosso e Goiás.
Depois desta guerra, S. Paulo é elevado de vila a cidade e a região de Minas Gerais passou a ser administrada e controlada por Portugal, tendo o rei regulamentado a repartição da exploração por paulistas e estrangeiros e exigido a cobrança de 1/5 sobre as riquezas exploradas.
in http://www.brasilescola.com/historiab/guerra-dos-emboadas.htm
Curiosidade recolhida pelo aluno João Caparica, 6.º B

terça-feira, dezembro 12, 2006

Uma distracção imperdoável



Em 1913, um ano antes de ser declarada a Primeira Guerra Mundial, os Ingleses estavam com um problema. Tinham quantidades enormes do mineral Tungsténio (também conhecido por volfrâmio) que, pensavam eles na altura, não tinha absolutamente utilidade nenhuma. Ora os Alemães, conhecendo já as qualidades deste mineral, ofereceram-se muito gentilmente para comprar este grande “desperdício”. Os Ingleses, pensando que estavam a fazer o negócio da vida deles, aceitaram de bom grado a oferta alemã. Até que... veio a guerra e lhes mostrou a verdade sobre o Tungsténio: o mineral que tornava as armas dos seus antagónicos rivais tão fortes e resistentes era aquele que em tempos tinha sido extraído das suas próprias minas na Cornualha e considerado um “desperdício”.
Moral da História: Ficou como lição para as gerações seguintes que o conhecimento científico é uma arma muito mais poderosa do que o mais potente dos canhões.


Curiosidade da autoria de Ricardo Correia, 9ºA

sábado, dezembro 02, 2006

Vento dos deuses



No dia 25 de Outubro, pela manhã, no ano de 1944, os Marinheiros da primeira frota armada americana, com base nas Filipinas, avistaram seis caças japoneses, que se aproximavam cada vez mais. Imediatamente abriram fogo. Dois deles foram logo abatidos, ou outros, esquivando-se aos projécteis, conseguiram (pelo menos um deles) despenhar-se no convés do porta-aviões. Morreram neste ataque 31 marinheiros e ficaram feridos 82. Eram assim apresentados ao mundo os Kamikazes.
Mas o que significa este nome?
No ano de 1281, o imperador mongol Kublai Khan havia lançado poderosa expedição contra o Japão, que se recusava a pagar-lhe tributos. Uma forte armada de mais de 3 mil navios desembarcou 160 mil conquistadores mongóis, chineses e coreanos nas ilhotas de Takashima e Hirado. Os defensores estavam em deplorável situação quando, em Agosto, um terrível tufão dispersou e afundou a esquadra mongol. Essa "intervenção" que salvou o Japão ficou na memória colectiva como "o vento dos deuses" - Kamikaze.
Na sequência dos ataques Kamikazes, no total, morreram 4837 japoneses.

Curiosidade da autoria de Rafael Neves, n.º 15, 9ºA

domingo, março 26, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (1810-1811 - O Final)


Página do diário de Joaninha, aliás Adriana Maia Dias, do 6ºC. Trabalho realizado para a disciplina de História e Geografia de Portugal.
Professora - Fátima Melo.

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (1810)


Página do diário de Joaninha que viveu há 200 anos e hoje tem os seus escritos patrióticos publicados numa escola perto de si...

quinta-feira, março 23, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (1809)


Página do diário de Joaninha que, antes de ser aluna desta escola, assistiu a um dos episódios marcantes da História Contemporânea de Portugal.

quarta-feira, março 22, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (1808)


Página do diário de Joaninha que quis embarcar para o Brasil, mas por aqui ficou a assistir aos desmandos dos invasores.

terça-feira, março 21, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha ( 1807, um bocadinho mais tarde)


Página de diário antigo encontrada em Queluz por uma aluna de nome Adriana.

domingo, março 19, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha ( 1807)



Página de diário de uma rapariga revoltada com as invasões que 200 anos depois se inscreveu na nossa escola

sábado, março 18, 2006

Invasões Francesas - Diário de Joaninha ( Ainda O Início)



Página de diário de uma tal "Joaninha" que se hoje fosse aluna se chamaria Adriana Dias e seria do 6º C.

Invasões Francesas - Diário de Joaninha (O Início)



Página de diário da autoria de "Joaninha", hoje também conhecida como Adriana Maia Dias. Diz que é do 6º C!

Não Perca!!! Brevemente Neste Blog... O Diário de Joaninha


Página de diário da autoria de Adriana Maia, do 6º C, conhecida como "Joaninha" desde há 200 anos.

domingo, março 12, 2006

Condecorações e braçadeiras no penico



Nos últimos tempos da Segunda Guerra Mundial, Hitler viu-se encurralado no esquema que ele próprio criou.
A Divisão "Leibstandarte Adolf Hitler", do 4.o Exército Panzer SS, a preferida do Führer, embora tendo conseguido penetrar na terceira frente da Ucrânia, não conseguiu, em Março de 1945, transpô-la. Hitler, furioso, ordenou que fossem retiradas as braçadeiras com o seu nome. Os SS devolveram não só as braçadeiras, mas também as suas condecorações - dentro de penicos - e até o braço de um dos seus camaradas mortos, levando ainda a braçadeira proibida.

Curiosidade enviada por João Pedro Silva, 9º A.

Fonte:
http://pordosol.tripod.com/violinos.html

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Vocabulário da 2ª Guerra Mundial- parte I









(Já começaram a chegar as curiosidades relativas à 2ª Guerra Mundial, preparem-se...)


A 2ª Guerra Mundial caracteriza-se, entre outras coisas, pela criação de um vocabulário bélico específico, como por exemplo, o termo Stuka.
Stuka deriva do nome germânico Sturzkampfflugzeug. Este refere-se a um bombardeiro desenvolvido na Alemanha, sob o investimento de Hermann Goering, o Marechal do Ar do III Reich ( Ministro da Força Área) . Este bombardeiro popularizou-se devido à sua capacidade de mergulhar em ângulos quase de 90º e de bombardear com uma precisão nunca antes vista.

Curiosidade da autoria de Tiago Rodrigues, 9ºA

Bibliografia:
http://paginas.terra.com.br/educacao/luftwaffe3945/ju87.htm
Lexicoteca, Moderna Enciclopédia Universal, Círculo de Leitores

A Baía dos Heróis



A palavra Angra significa baía ou enseada, e o nome da principal cidade da ilha Terceira, nos Açores, começou por ser precisamente Angra, devido à sua localização geográfica, pois assenta num declive em forma de anfiteatro junto à baía.
Angra do Heroísmo
foi a denominação dada por D. Pedro IV quando, a 3 de Março de 1832, desembarcou naquela cidade e a elevou à categoria de capital do reino e sede da sua regência, na menoridade de sua filha D. Maria II, pelos "grandes feitos de armas ali praticados pelos seus valentes, heróicos e dedicados defensores". D. Maria II quis ainda galardoar a dedicação da cidade de Angra e acrescentou, ao título de "mui nobre e sempre leal cidade", concedido por D. João IV, o de "sempre constante".
O Castelo de S. João Baptista é o monumento da cidade que está mais ligado à causa liberal personificada em D. Pedro IV e D. Maria II: foi ali que, no dia 4 de Abril de 1832, D. Pedro IV passou revista às tropas do exército libertador, no dia do aniversário da Rainha. E foi neste mesmo recinto que o Duque da Terceira preparou desde 1829, os 7.000 Bravos do Mindelo.
Junto do torreão, do “estandarte real”, mais conhecido por torreão do “pau da
bandeira”, encontram-se as baterias do Senhor D. Pedro IV e da Senhora D. Maria II, com inscrições alusivas em lápides de pedra mármore.
Esta linda cidade é Património Mundial desde 1983.

Curiosidade da autoria de Dina Tovim, 9ºA

Bibliografia:
VALADÃO, Francisco Lourenço, Dois Capitães – Generais e a 1ª. Revolução Constitucional na Ilha Terceira, Edições Panorama 1964

ROLLAND, Jacques-Francis, Historama - A Grande Aventura do Homem, Editora Codex Ltda 1972

GOMES, Augusto, Filósofos da Rua – Figuras Populares - Episódios Pitorescos e História Toponímica, Tipografia Moderna 1985

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Jerry Can ou Jerrican??


O jerrican foi inventado pelos italianos em África e adoptado pelo exército alemão, no período da segunda guerra mundial (1939-1945), como contentor de combustível (20 litros). Feito em metal resistente, com três pegas para um manuseamento mais fácil por uma ou duas pessoas, com um bolsa de ar que lhe permitia flutuar, o jerrican era de uma qualidade superior em relação aos contentores dos aliados. Estes preferiam usar os que capturavam aos alemães em vez daqueles que fabricavam. Chamavam-lhe Jerry Can (Jerry=Alemão; Can=lata, vasilha) ou a lata dos alemães. Os alemães tinham para o dito contentor um nome mais fácil - Wehrmachtskanister!

Imagem em: http://beninois.free.fr/uniformes-troupes.htm

Zero mortos


Durante a Guerra, nos Estados Unidos da América, quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem baixas, escreviam numa placa "0 Killed" (zero mortos) o que deu origem à expressão OK para indicar que tudo está bem.

Curiosidade da autoria de João Fontes, 9ºA

Santa e Guerreira


Joana d’Arc, nascida a 6 de Janeiro de 1412 em Domrémy (Champagne, França), filha de agricultores e analfabeta, representou um papel importante na viragem da Guerra dos Cem Anos, entre ingleses e franceses.
Profundamente religiosa, referia ouvir vozes desde os 13 anos, às quais atribuía origem divina. Estas ordenavam-lhe que salvasse a França do domínio inglês. Manteve estas mensagens em segredo até 1429, ano em que se dirigiu à Corte do rei francês Carlos VII e o convenceu a colocar tropas ao seu comando. À cabeça das suas tropas ataca a cidade de Orleães, que tinha sido conquistada pelos ingleses e, contra um exército muito superior, consegue libertar a cidade em oito dias.
Após esta vitória, conduz Carlos VII até Reims para ele ser coroado. Continuou a lutar contra os ingleses e, em 1430, na tentativa de libertação da cidade de Compiègne, é derrotada e aprisionada.
Os ingleses acusam-na, num tribunal católico, de bruxaria e heresia, condenando-a à morte. Em Rouen, a 30 de Maio de 1431, com apenas 19 anos, Joana d’Arc é queimada viva.
Em 1456, é considerada inocente pelo Papa Calisto III e, em 1920 foi canonizada pelo Papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França. O dia desta santa comemora-se a 30 de Maio, e é celebrado na França como data nacional, em memória de Santa Joana DArc, mártir da pátria e da fé.
Curiosidade da autoria de João Figueiredo, 9ºA