"Chamaram-lhes retornados" é o título de um artigo do Jornal Observador, publicado em 11 de abril de 2015, relativo à aventura de regresso à Metrópole que milhares de retornados viveram, depois da descolonização.
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quinta-feira, abril 23, 2015
quinta-feira, abril 02, 2015
Ovos da Páscoa
Ovos de Páscoa
No contexto de páscoa, o ovo significa ressurreição ou regeneração. Entretanto, sua origem não é cristã uma vez que está associada ao mito da deusa da fertilidade anglo-saxã “Eostre”. Assim, na época primaveril, os ovos coloridos e as lebres estavam associados a ela e demonstravam os ritos de fertilidade, de renovação e de renascimento.http://www.dicionariodesimbolos.com.br/ovo/
Conheça a história dos ovos Fabergé, produzidos pelo talentoso joalheiro russo Peter Carl Fabergé que se converteram em obras de arte, ovos cravejados de jóias preciosas e que eram presenteados aos Czares da Rússia, a família Romanov.
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quinta-feira, fevereiro 26, 2015
Concurso Contador de histórias 2014-15
Como sabem, realizou-se ontem a semifinal do concurso "Contador de histórias".
Foram selecionados para a final os seguintes alunos:
6º
D - Alexandrina Buímistru; 5º C - Afonso Dupic; 5º D- Ana Beatriz
Teles; 6º G- Rodrigo Baião; 6º H- Tomás Alexandre; 5º G- Bárbara
Fernandes.
Lamentamos que alguns dos alunos indicados não tivessem comparecido.
Relembramos que a final do Concurso realizar-se-á no dia 3 de Março, às 11.30h.
Muito obrigada a todos pela colaboração.
domingo, outubro 26, 2014
Exposição marca os 180 anos da morte de D.Pedro IV
O objetivo deste projeto museológico consistiu em estudar e valorizar o Quarto D. Quixote e os espaços adjacentes, bem como a figura de D. Pedro IV, através de uma nova museografia e de vários suportes interpretativos, com destaque para os digitais.
Quando:25 de Setembro de 2014 @ 9:00 am – 5:30 pm
Repetição:Diariamente até 27 de Março de 2015
Onde:Palácio de Queluz
http://www.parquesdesintra.pt/agenda-cultural/
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domingo, outubro 05, 2014
O que aconteceu a 5 de outubro de 1910?
A República Portuguesa foi proclamada em Lisboa a 5 de outubro de 1910. Nesse dia foi organizado um governo provisório, que tomou o controlo da administração do país, chefiado por Teófilo Braga, um dos teorizadores do movimento republicano nacional. Iniciava-se um processo que culminou na implantação de um regime republicano, que definitivamente afastou a monarquia.
Este governo, pelos decretos de 14 de março, 5, 20 e 28 de abril de 1911, impôs as novas regras da eleição dos deputados da Assembleia Constituinte, reunida pela primeira vez a 19 de junho desse ano, numa sessão onde foi sancionada a revolução republicana; foi abolido o direito da monarquia; e foi decretada uma república democrática, que veio a ser dotada de uma nova Constituição, ainda em 1911.
http://www.infopedia.pt/$implantacao-da-republica;jsessionid=S7MnMsFSiEjkZYFyBTtXGg__
Este governo, pelos decretos de 14 de março, 5, 20 e 28 de abril de 1911, impôs as novas regras da eleição dos deputados da Assembleia Constituinte, reunida pela primeira vez a 19 de junho desse ano, numa sessão onde foi sancionada a revolução republicana; foi abolido o direito da monarquia; e foi decretada uma república democrática, que veio a ser dotada de uma nova Constituição, ainda em 1911.
http://www.infopedia.pt/$implantacao-da-republica;jsessionid=S7MnMsFSiEjkZYFyBTtXGg__
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sábado, abril 19, 2014
Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, Lugares de Memória
Hoje, 18 de abril, comemora-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, Lugares de Memória.
Para assinalar esta data o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, deu a conhecer um pouco da sua história e da sua função ao longo dos tempos.
Quando a cantiga se fez arma
29 de março de 1974, 22H00
No Coliseu dos Recreios concentram-se 7 mil pessoas para o I Encontro da Canção Portuguesa.
O ambiente está tenso, o Coliseu foi convertido numa fortaleza sitiada por centenas de polícias de choque, canhões de água e de tinta azul, bastões e gás lacrimogéneo e cães com ar de poucos amigos.
Nos bastidores trava-se uma acesa discussão entre os representantes da entidade organizadora, a Casa da Imprensa, e os da ditadura de Marcelo Caetano porque a censura tinha recusado dezenas de canções e tinha proibido que se cantassem versos de outras.
A Casa da Imprensa havia cumprido com o que lhe era solicitado, tinha submetido as letras das músicas à aprovação da Direção dos Serviços de Espetáculos a 15 de março, mas apenas por volta das 21 horas de 29 de março, com o objetivo de forçar a Casa da Imprensa a cancelar o espetáculo. Os organizadores estão determinados a avançar, mesmo que apenas com um verso de cada canção. Pelo palco vão passando cantores, ficando para o fim os chamados pesos-pesados, cuja participação o regime tentara impedir. A apoteose fica a cargo de José Afonso, cujas canções foram passadas a pente fino pelos censores, que deixaram passar Grândola Vila Morena. No palco entrelaçam-se os braços, os corpos oscilam da esquerda para a direita, acompanhando a cadência alentejana. O público segue o exemplo. Um mar de gente abraça-se e entoa Grândola Vila Morena (do álbum Cantigas de Maio, de 1971, e até aí inofensiva). Seguiu-se o inócuo Milho Verde. E novamente Grândola, mas agora convertida em hino subversivo. Zeca cantava acompanhado pelo público, que berrava a estrofe "o povo é quem mais ordena".
As luzes apagam-se e os holofotes fazem um jogo de luzes que incide sobre o público e sobre o palco. É uma e meia da manhã e as pessoas saem do Coliseu abraçadas e a cantar. Entre elas, alguns militadres do MFA. Estava escolhida a senha, para passar na Rádio Renascença, à meia-noite e vinte da madrugada de 25 de abril de 1974.
in Revista Visão, n.º 1099, 27 de março a 2 de abril 2014, pp. 28-31
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José Mário Branco,
Zeca Afonso
No centenário da Grande Guerra
A 4 de agosto de 1914 chegava a notícia da declaração de Guerra da Inglaterra à Alemanha e um recado britânico que aconselhava o Governo Português a abster-se de proclamar a neutralidade, de modo a cumprir as suas obrigações internacionais que a aliança com Inglaterra lhe impunha.
Por pressão do Foreign Office, Portugal não podia declarar-se
nem beligerante nem neutral face à Guerra que eclodira na Europa. Contudo, a
partir da declaração de guerra que a Alemanha nos dirigiu em março de 1916, na
sequência do aprisionamento dos navios alemães em porto portugueses a pedido de
Inglaterra, Portugal acabou por se constituiur como país beligerante. Foi
constituído o Corpo Expedicionário Português (CEP) e assistiu-se à partida dos
mais de 75 mil soldados portugueses para a Flandres… seguiu-se o esforço de
guerra, as privações, as mortes...
Entre 1914 e 1918 partiram para a Guerra mais de 100 mil
soldados portugueses. Combaeram em África, lutaram na Flandres. Contam-se umas
40 mil baixas. Morreram quase 8 mil homens, outros tantos ficaram feridos; 6
mil foram considerados desaparecidos e mais de 7 mil foram feitos prisioneiros.
O balanço da I Guerra foi pesado, intenso e duradouro. Portugal
sofreria duramente o conflito. Para tanto, diga-se, bastava o elevado grau de
dependência externa que caracterizava o País, numa altura em que tudo, ou quase
tudo, o que precisava para que a sua economia funcionasse dependia do exterior.
A República, recém-implantada, soçobraria.
Fonte: “No centenário da Grande Guerra”, Maria Fernanda
Rollo, in Revista da Ordem dos Engenheiros, jan./fev. 2014, pp. 101-103
A Guerra surpreendeu sobretudo pela extensão da brutalidade avassaladora que aprisionou o Mundo.
Aquilino Ribeiro registou “A Guerra … copiou a vassoira das
bruxas, o corcel alado das valquírias e vem pelo escuro semear a destruição e a
morte” (domingo, 2 de agosto de 1914, Aquilino Ribeiro, em “É a Guerra”,
Amadora: Bertrand, 1958)
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terça-feira, março 11, 2014
50.º Aniversário da emigração portuguesa
Na manhã do dia 10 de setembro de 1964, Armando Rodrigues de Sá foi recebido em Colónia como uma estrela: era o imigrante um milhão. Em Colónia, à estação de Deutz, acabavam de chegar dois comboios com 1106 trabalhadores estrangeiros: 933 espanhóis e 173 portugueses. E ao contrário do que acontecia habitualmente, iam ter direito a um comité de boas-vindas.
Motivo: assinalar a chegada do milionésimo gastarbeiter – trabalhador convidado em alemão. (…) Assim que os passageiros desceram para o cais, intrigados com tanto aparato. Um intérprete começou então a percorrer as filas de trabalhadores e a gritar com sotaque germânico: “Armando Rodrigues! Armando Rodrigues!”Ao fundo da plataforma, Armando Rodrigues de Sá, 38 anos, não sabia o que fazer. “Ficou assustado. Achou que era a PIDE”, contou a viúva. Nervoso, tentou esconder-se. Por alguma razão que desconhecia poderiam querer prendê-lo. Ou enviá-lo de volta para Portugal, como tinha acontecido a 24 parceiros de viagem sem os papéis em ordem e que acabaram por ficar na fronteira.
Incentivado pelos companheiros de viagem, que gritaram “está aqui!, está aqui!”, o carpinteiro avançou. O intérprete explicou-lhe então que era o operário um milhão a chegar à Alemanha e que o governo tinha um prémio para ele”. Aos poucos, a tensão no seu rosto foi substituída por um sorriso largo, quando lhe deram para a mão – além de um ramo de flores e de um diploma a assinalar a ocasião – uma mota nova, da marca Zündapp. O ato foi transmitido pela televisão.
Naquela época, quem quisesse obter um passaporte válido para sair do País tinha de recorrer à Junta de Emigração e preencher uma série de requisitos: ter o serviço militar cumprido, apresentar uma certidão do registo criminal, documentar o grau de escolaridade, entregar uma certidão de nascimento, comprovar o estado civil e assinar uma declaração em que se responsabilizava pelo bem-estar da família. Criada em 1947, a Junta da Emigração cooperava com os países que angariavam operários em Portugal, com o objetivo de controlar as saídas.
Em 1961, a Embaixada Alemã em Lisboa queixava-se da demora dos processos de emigração. Por isso, a 17 de março de 1964, os governos de Portugal e da República Federal da Alemanha assinaram um acordo de destacamento de trabalhadores, ao abrigo do qual o Departamento Federal do Trabalho Germânico abriu escritórios em Lisboa e no Porto. Apesar de a Alemanha atravessar um período de grande crescimento económico, o recrutamento em Portugal continuou lento. Os Alemães pensavam que tal acontecia porque não conheciam a Alemanha. Por isso, decidiram fazer uma cerimónia para mostrar que eram bem recebidos.
Armando Rodrigues de Sá tornou-se um símbolo que representa a história da imigração. Hoje, aparece nos livros escolares da Alemanha, é frequentemente referido em documentários televisivos e há vários filmes que recuperaram as imagens da sua chegada a Colónia.
in Revista Sábado, n.º 513, fev./mar. 2014, pp. 76-79
sexta-feira, fevereiro 14, 2014
Lisboa- o sinal de trânsito mais antigo da cidade,
1686
Sabem onde fica em Lisboa o sinal de trânsito mais
antigo da cidade?
Na Rua do Salvador, n. º 26, em Alfama.
Junto segue a foto e leiam esta descrição:
É uma placa que data de 1686 e foi mandada afixar por
D. Pedro II para orientar os coches que passavam por esta rua estreita.
Diz assim: "Ano de 1686. Sua Majestade ordena que
os coches, seges e liteiras que vierem da Portaria do Salvador recuem para a
mesma parte". Ou seja, o coche que vem de cima perde prioridade em relação
ao coche que vem de baixo.
Esta rua, que foi muito importante há 4 séculos,
quando ligava as portas do Castelo de São Jorge à Baixa, é, hoje em dia, uma
pequena travessa, infelizmente cheia de prédios arruinados (como tantas outras
nas redondezas), entre a Rua das Escolas Gerais e a Rua de São Tomé. A meio da
pequena subida há um edifício, fora do alinhamento dos restantes, que a
estrangula.
No tempo de D. Pedro II este estreitamento era causa
de muitas discórdias entre os carroceiros que subiam ou desciam a rua. Se dois
se encontrassem a meio, nenhum cedia passagem, uma vez que era tarefa difícil
fazer recuar os animais. Houve mesmo lutas e duelos, com feridos e mortos.
Para evitar tais discórdias, foi publicado então um édito
real e afixada esta placa no local, estabelecendo a prioridade a respeitar em
tal situação.
Lenda de S. Valentim
domingo, outubro 20, 2013
Quinta da Regaleira
A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes monumentos da Serra de Sintra. Situada no termo do centro histórico da Vila, foi construída entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia.
Convidamos-te a explorar os seus recantos.
Para isso clica no título.
Vais ficar surpreendido!
Se não conheces e gostarias de conhecer poderás sempre deslocar-te a Sintra e visitá-la ou então, regista-te na plataforma informática interactiva InStory e ... espreita o que a Quinta da Regaleira esconde.
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Fare il portoghese
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Novas descobertas - o hábito do palito
Um novo estudo levado a cabo pelo Instituto Catalão de Paleontologia Humana e Evolução Social (IPHES), com sede em Tarragona - Espanha, em colaboração coma Universidade Autónoma de Barcelona (UAB) dá conta de que o homem de Neandertal usava palitos para acalmar a dor provocada por problemas da boca, como a inflamação das gengivas. Este hábito de eliminar os restos de comida dos dentes com um palito está já há muito associado ao gémero "homo", tendo sido inclusivamente já sido documentado o seu usos em dentes do "Homo Habilis", que viveu entre 1,9 e 1,6 milhões de anos.
A nova investigação, baseada em restos fósseis de um Neandertal, demonstra que este hominídeo usava os palitos de dentes com outro objetivo: acalmar a dor causada por algumas doenças da boca, nomeadamente a inflamação das gengivas. O fóssil no qual foi observada esta patologia foi encontrado em Valência e, ainda que a sua cronologia não seja muito clara, confirma-se que se trata de um Neandertal que viveu há entre 150.000 e 50.000 mil anos.
A investigação relaciona as marcas de palitos nos molares do Neandertal com a doença periodontal (inflamação das gengivas), uma vez que o fóssil analisado apresentava porosidade nos maxilares e perda de osso, ambos sintomas característicos da deterioração causada por essa doença. Este caso configura-se como o mais antigo tratamento paliativo com este objeto - o palito.
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3482542
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Homem de Neanderthal
domingo, outubro 13, 2013
16 de outubro Dia da alimentação
Esta data é comemorada por mais de 150 países com o intuito de alertar e consciencializar a opinião pública para questões globais relacionadas com a nutrição e alimentação.
No ano 2000, Kofi Annan, na sua mensagem alusiva ao Dia Mundial da Alimentação, lembra que «o problema da fome é particularmente agudo no mundo em desenvolvimento. Uma em cada cinco pessoas dos países em desenvolvimento não tem acesso a alimentação com a qualidade suficiente.
Em África, uma em cada três crianças sofre de subnutrição crónica. No total, 6 milhões de crianças em idade pré-escolar morrem todos os anos, em consequência da fome».
A 16 de Outubro de 1945 é fundada, no Canadá (Québec), a FAO - Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, com a missão de aumentar os níveis de nutrição e os padrões de vida, melhorar a produtividade na agricultura e as condições de vida das populações rurais.
A FAO tem 183 países-membros e uma organização-membro: a União Europeia. Esta organização tem atualmente a sua sede em Roma, na Itália.
in http://www.leme.pt/historia/efemerides/1016/
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sábado, setembro 14, 2013
sexta-feira, agosto 23, 2013
Portugal na rede mundial de cabos submarinos
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segunda-feira, julho 08, 2013
Naus que chegam e naus que partem
Olá, eu sou o João!
Moro junto ao porto de Lisboa, no século XVI.
Cada vez que vou à janela vejo naus a chegarem e
algumas a partirem.
Quando as naus
aqui chegam trazem produtos muito variados, tais como: marfim, ébano, vidro, tecidos,
pau - brasil, especiarias, pedras
preciosas e outros objetos.
Estes produtos têm diversas origens, como por exemplo, Veneza, Brasil, Inglaterra, Angola, Moçambique e Molucas.
Gosto muito de viver nesta época do rei D. Manuel I,
porque existe uma grande variedade de gentes e de produtos e porque se podem viver e imaginar as mais inesperadas aventuras!!!!!!!
João Fais 5º C nº 14
domingo, junho 30, 2013
O PORTO DE LISBOA
Eu sou o David
um rico burguês,
vivo no século XVI
e tenho orgulho em ser português!
Fui ao Terreiro do Paço
para passear,
e qual não foi o meu espanto
de ver tanta gente a trabalhar!
No Paço da Ribeira
as naus observei,
e também o palácio
da rainha e do rei.
De África e do Oriente
vinham muitas mercadorias
que foram guardadas na Casa da Índia
e antes em feitorias.
Fui à Ribeira das Naus
ver a sua construção,
mais tarde fui vê-las
partir na sua missão.
E a seguir fui à Alfândega Nova
ver o armazém cheio de mercadorias
e que estas do estrangeiro vinham
e a maior parte eram especiarias.
Fui ao Terreiro do Trigo
onde este é armazenado,
metido em sacas
e todo empilhado.
No fim desta aventura,
fui à Rua Nova dos Mercadores
vi muita gente como eu,
todos eles trabalhadores!
É bom estar de volta a casa
após tanta energia despendida,
acabo este meu poema
com esta quadra de despedida!
David Lopes 5º C nº7
Eu sou o David
um rico burguês,
vivo no século XVI
e tenho orgulho em ser português!
Fui ao Terreiro do Paço
para passear,
e qual não foi o meu espanto
de ver tanta gente a trabalhar!
No Paço da Ribeira
as naus observei,
e também o palácio
da rainha e do rei.
De África e do Oriente
vinham muitas mercadorias
que foram guardadas na Casa da Índia
e antes em feitorias.
Fui à Ribeira das Naus
ver a sua construção,
mais tarde fui vê-las
partir na sua missão.
E a seguir fui à Alfândega Nova
ver o armazém cheio de mercadorias
e que estas do estrangeiro vinham
e a maior parte eram especiarias.
Fui ao Terreiro do Trigo
onde este é armazenado,
metido em sacas
e todo empilhado.
No fim desta aventura,
fui à Rua Nova dos Mercadores
vi muita gente como eu,
todos eles trabalhadores!
É bom estar de volta a casa
após tanta energia despendida,
acabo este meu poema
com esta quadra de despedida!
David Lopes 5º C nº7
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