D. Pedro IV

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quarta-feira, junho 08, 2011

Viagem de Malaca


Protagonistas: 60 alunos, dois professores de português e cinco funcionários da Universidade Malaya de Kuala Lumpur; data: 5 de março; destino: Malaca, ou mais propriamente o bairro português da cidade; motivo: passaram 500 anos desde que os portugueses tomaram e mantiveram durante 130 anos esta estratégica cidade da península malaia.

A ideia partiu de Ruzaini Fikri, estudante do bacharelato de História e aluno do nível 2 de Língua Portuguesa. ‘Cristiana, este é o ano da comemoração dos 500 anos! A embaixada não vai fazer nada…?!’ Na Malásia, repeti, há apenas um consulado honorário de Portugal. Fikri avançou então que uma boa maneira de comemorar seria organizar uma visita de estudo a Malaca, classificada em 2008 como património da Humanidade pela UNESCO.

Dos 116 alunos que frequentam este ano as minhas 5 turmas de português, seja no curso livre seja como opção curricular, 60 quiseram ir. Pediram-se apoios. A Faculdade de Línguas e Linguística da Universidade Malaya cedeu um autocarro (a comitiva incluiria mais 5 viaturas particulares) e pagou metade das despesas. Os outros 50% seriam oferta minha aos alunos.

A viagem foi – como é próprio destas coisas – muito animada. O engenheiro dos audiovisuais da Faculdade entrevistou vários alunos para saber o que esperavam e porque se tinham juntado à viagem. Eu tinha preparado fotocópias de algumas canções, com as respetivas traduções. Cantou-se animadamente a Tia Anica, Ó Malhão, Malhão, É uma casa portuguesa, com certeza e Jingli Nonya, uma canção muito conhecida da comunidade portuguesa de Malaca.

Aliança de 500 anos

Não é todos os dias que vemos dois países tão distantes entre si – pelo menos geograficamente –, como Portugal e a Tailândia, assinalarem os 500 anos do primeiro contacto, especialmente se tivermos em conta que os primórdios do relacionamento entre ocidentais e asiáticos nem sempre gozam dos favores das historiografias locais. Só que as relações tecidas entre Portugal e a Tailândia, o então o reino do Sião, foram, a todos os títulos, peculiares ao longo dos séculos.

O que se está então concretamente a comemorar? Muito simplesmente «a chegada de Duarte Fernandes, enviado de Afonso de Albuquerque, durante o cerco a Malaca, à corte do rei Rama Tibhodi II», em Ayutthaya (a capital à época), diz Luísa Dutra, responsável pelo Centro Cultural Português/Instituto Camões (CCP/IC) em Banguecoque, entidade que tem estado empenhada, desde novembro – quando da passagem pela cidade do navio-escola Sagres, visitado por 20 mil tailandeses em 5 dias –, nas comemorações, organizadas com as autoridades tailandesas.

sexta-feira, junho 03, 2011

Calendário Maia


O tempo é redondo

Graças à exactidão do calendário, o mais perfeito entre os povos mesoamericanos, os maias eram capazes de organizar suas actividades quotidianas e registar simultaneamente a passagem do tempo, historiando os acontecimentos políticos e religiosos que consideravam cruciais.

Entre os maias, um dia qualquer pertence a uma quantidade maior de ciclos do que no calendário ocidental. O ano astronómico de 365 dias, denominado Haab, era acrescentado ao ano sagrado de 260 dias chamado Tzolkin. Este último regia a vida da “gente inferior”, as cerimónias religiosas e a organização das tarefas agrícolas.

O ano Haab, e o ano Tzolkin formavam ciclos, ao estilo de nossas décadas ou séculos, mas contados de vinte em vinte, ou integrados por cinquenta e dois anos.

Eles estabeleceram um “dia zero”, que segundo os cientistas corresponde a 12 de Agosto de 3113 a.C. Não se sabe o que aconteceu, mas provavelmente esta se trata de uma data mítica.

A partir deste dia os ciclos se repetiam. Entretanto, a repetição dominava a linearidade. Podiam acontecer coisas diferentes nas datas anteriores de cada período de vinte ou cinquenta e dois anos, mas cada sequência era exactamente igual à outra, passada ou futura.

Assim diz o Livro de Chilam Balam: “Treze vezes vinte anos, e depois sempre voltará a começar”. A repetição cria problemas para traduzir as datas maias ao nosso calendário, já que fica muito difícil identificar fatos parecidos de sequências diferentes. A invasão tolteca do século X se confunde nas crónicas maias com a invasão espanhola que ocorreu 500 anos depois.

Por isso, os livros sagrados dos maias eram simultaneamente textos de história e de predição do futuro. Na perspectiva maia, passado, presente e futuro estão em uma mesma dimensão.

Por outro lado, os historiadores contemporâneos recorrem às profecias maias para conhecer episódios do passado desta sociedade, com a profecia se expressando como uma forma de memória.

Maias - O templo de Rosalila



Os principais edifícios de Copán lançam-se sobre uma plataforma artificial que foi se elevando à medida que os monarcas ordenavam a construção de novos edifícios. Em meados do século VIII, os quatro edifícios mais importantes escondiam estruturas trezentos anos mais antigas.

Em 1989, debaixo do edifício mais alto de Copán, o arqueólogo hondurenho Ricardo Agurcia encontrou o Templo de Rosalila, construído em 571 d.C.

Ao contrário da maioria dos edifícios ocultos que eram destruídos para apoiar o novo, o Templo de Rosalila foi deixado intacto, incluindo os desenhos policromados que decoram seus muros. Os engenheiros e os pedreiros maias que levantaram a nova edificação tiveram a precaução de cobri-los com argila.

O enterro do antigo templo foi acompanhado por grandes rituais e oferendas, como as rochas envolvidas em pano azul que foram encontradas perto da entrada.

As escavações continuaram até 1996. Sobre uma superfície de 19 X 13 metros, o Templo tem 14 metros de altura. Os estuques só foram descobertos parcialmente, para evitar a destruição dos mesmos, e os especialistas reconstruíram o resto. Há predominância do vermelho, verde e amarelo. O Museu da Escultura de Copán conta com uma réplica da totalidade do Templo.

Concebido como uma montanha sagrada, o Templo era destinado à adoração de Kinich Yax Kuk Mo, identificado como o Sol.

Túmulo de Tutankamon


A descoberta foi realizada durante escavações feitas pelo CSA no Vale dos Reis, na margem oeste do rio Nilo.

Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu um conjunto de vasos de argila e cestas com objectos do faraó Tutankhamon em seu túmulo na cidade histórica de Luxor, no Egipto (720 quilómetros ao sul da capital Cairo).

Segundo informou o ministro da Cultura egípcio, Farouk Hosni, em comunicado do Conselho Supremo de Antiguidades (CSA), os artefactos foram encontrados na sala onde também já haviam sido descobertos os tesouros do rei, próxima à câmara funerária.

A descoberta foi realizada durante escavações feitas pelo CSA no Vale dos Reis, na margem oeste do rio Nilo, onde ficam os túmulos da maioria dos faraós do Novo Império, explicou o ministro.

O secretário-geral do CSA, Zahi Hawass, revelou também que os especialistas acharam oito cestas com cerca de 60 placas de argila com a esfinge de Tutankhamon.

Esses artefactos já tinham sido achados pelo arqueólogo britânico Howard Carter, que descobriu o túmulo do faraó em 1922, "mas ele os deixou na sala do tesouro", lembrou Hawass.

Por último, o secretário-geral disse que os vasos serão abertos para saber o que existe dentro deles. Segundo ele, podem ser sementes.

A fama do jovem rei Tutankhamon, que só reinou por dez anos (entre 1333 e 1323 a.C.), se deve ao fato de que seus objectos fúnebres foram os únicos a chegarem íntegros aos tempos modernos, já que quase todos os túmulos do Vale dos Reis foram saqueados durante a Antiguidade.

As esplêndidas jóias, os delicados móveis e a máscara de ouro puro achados em sua cripta - exibidas actualmente no Museu Egípcio do Cairo - compõem o mais fabuloso tesouro funerário do Egipto faraónico.




Fonte: EFE

Descobertos no Egipto - Pedaços de Luxor


Ao restaurar a mesquita de Abul Hagag El-Luxory, em Setembro de 2007, técnicos descobriram, acidentalmente, uma colecção de pilares do Império Novo (c. 1550 a 1070 a.C.), padieiras e relevos do Templo de Luxor. O material pertence ao reinado do faraó Ramsés II (c. 1290 a 1224 a.C.) e estava dentro das paredes internas da mesquita, construída no pátio aberto daquele templo. Entre os relevos mais importantes encontra-se o que mostra Ramsés II oferecendo ao Deus Amon-Rá dois obeliscos a serem instalados na fachada principal do templo, um dos quais permanece no local, enquanto que o outro está actualmente na Place de la Concorde, em Paris. Outro relevo mostra três estátuas do faraó usando a coroa branca. O cartucho no centro da figura exibe o nome daquele faraó.

Os relevos descobertos contém representações de seres humanos e de animais, o que é proibido dentro das mesquitas. Os cristãos, e depois os muçulmanos, frequentemente construíram seus santuários em cima de antigos locais sagrados egípcios. Os construtores de ambas as crenças normalmente apagavam ou deformavam a antiga arte dos templos, mas estes relevos encontrados permaneceram virtualmente intactos. Em lugar de destruir os relevos, nesse caso os construtores os esconderam cuidadosamente com uma camada protectora de gesso reforçado. Os peritos disseram que as inscrições esculpidas provêem alguns dos melhores exemplos de escritura criptográfica ou enigmática, uma forma incomum de texto hieroglífico no qual cada sinal poderia representar uma palavra inteira, uma frase, ou um conceito. Os arqueólogos terão que negociar com líderes religiosos locais, os quais encaram o material exposto na mesquita como uma violação da lei islâmica. Uma das soluções seria incluir coberturas retracteis ou telas por cima das inscrições, já que remover completamente as partes antigas provavelmente causaria dano à mesquita.

sexta-feira, maio 27, 2011

Mosteiro da Batalha


O Mosteiro da Batalha ou Mosteiro de Santa Maria da Vitória, é desde 2007 classificado pela UNESCO como Património da Humanidade e a em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das 7 maravilhas de Portugal. Situa-se na Batalha, e foi mandado edificar por D. João I – Mestre de Avis, servindo este de agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota e de panteão régio. O Mosteiro de Santa Maria da Vitória é considerado uma jóia arquitectónica Portuguesa, assim como também o símbolo da Dinastia de Avis. Os trabalhos de construção do mosteiro dominicano iniciaram-se em 1388 pela mão do mestre Afonso Domingues, sendo que duraram ao longo de dois séculos, até 1517, e passaram pelo reinado de 7 reis de Portugal. O mesmo é um exemplo da arquitectura gótica tardia portuguesa, ou como outros lhe chamam, estilo manuelino.

Descoberta das Ilhas da Madeira e dos Açores


É uma das maiores polémicas e incertezas aquelas que envolvem a descoberta dos arquipélagos da Madeira e dos Açores.

Entre essas diferentes teorias sobre este facto, algumas delas assentam na apreciação de vários mapas genoveses produzidos a partir do ano de 1351. Assim, estes mapas levam os historiadores a afirmar que já se conheceriam aquelas ilhas aquando do regresso das expedições às ilhas Canárias realizadas em vários períodos temporais entre os anos de 1340 e 1345, no reinado de Afonso IV de Portugal.

Outras diferentes teóricas de outros historiadores referem que o descobrimento das primeiras ilhas (São Miguel, Santa Maria, Terceira) foi efectuado por marinheiros ao serviço do Infante D. Henrique, embora não haja qualquer documento escrito que por si só confirme e comprove tal facto.

A apoiar esta versão existe apenas um conjunto de escritos posteriores, baseados na tradição oral, que se criou na primeira metade do século XV. Algumas teses mais arrojadas consideram, no entanto, que a descoberta das primeiras ilhas ocorreu já ao tempo de Afonso IV de Portugal e que as viagens feitas no tempo do Infante D. Henrique não passaram de meros reconhecimentos.

Convém ainda realçar que as ilhas do arquipélago da Madeira já seriam conhecidas antes da chegada dos portugueses, a crer em referências presentes em obras, bem como na representação destas em cartas geográficas. Entre as obras que se referem à Madeira salientam-se passagens do Libro del Conoscimiento (após 1385), obra de um espanhol, na qual as ilhas são referidas pelo nome de “Leiname“, “Diserta” e “Puerto Santo“.

Quinta da Vigia - Madeira


A Quinta da Vigia é a Residência Oficial do Presidente do Governo da Região Autónoma da Madeira situada no Funchal.

Esta quinta era outrora chamada Quinta das Angústias, nome dado devido à capela datada do século XVII, que invocava Nossa Senhora das Angústias.

Os jardins da quinta são de acesso livre e proporcinam aos seus visitantes uma bela paisagem sobre a baia do Funchal.

A Quinta da Vigia foi o local de permanência para todo o tipo de turistas, desde a alta sociedade aristrocática até ao negociante, poeta e artista. A quinta esteve associada aos primeiros movimentos turísticos europeus que apontavam a Madeira como sendo um óptimo local para permanências de média e longa duração.

terça-feira, maio 24, 2011

A descoberta do caminho marítimo para a Índia


O inicio do programa do caminho marítimo para a Índia começou a ser delineado por D. João II com o objectivo de redução dos custos nas trocas comerciais com a Ásia e assim tentar monopolizar o comércio mundial de especiarias.

Todavia, como todos sabemos este grande feito português não chegou a ser feito no reinado de D. João II. Seria portanto o seu sucessor, o rei D. Manuel I que viiria a nomear Vasco da Gama para esta expedição.

No entanto, esta decisão não foi aprovado pelas altas classes sendo que nas Cortes de Montemor-o-Novo de 1495 era bem visivel a opinião contrária quanto à viagem que D. João II tão esforçadamente havia preparado. Estes focavam-se principalmente no comércio da Guiné e do Norte de África e temiam pela manutenção dos territórios.

Mais tarde a 8 de Julho de 1497 iniciava-se a viagem histórica que viria a terminar dois anos mais tarde.

As especiarias eram o tesouro das Indias. Desde a canela, ao gengibre e a pimenta transformaram o mundo ocidental.

Os mercados mundiais desde Veneza e principalmente Génova tratavam de distribuir estas especiarias por toda a Europa. Os portugueses ganhavam muito em estabelecer esta rota marítima, que era praticamente isenta de assalto. Portugal iria permitir e ligar directamente as regiões produtoras das especiarias aos seus mercados por toda a Europa.

Átila


"(n. 385-Panónia, 453). Chefe dos hunos. Chefe carismático das tribos asiáticas dos hunos, empreendeu com as suas tropas uma longa marcha para Ocidente, que o levou às portas de Roma. A ferocidade e crueldade dos seus guerreiros semearam o pânico nos lugares por onde passou, que ficaram totalmente devastados e despovoados. A s tribos hunas se encontravam fixadas entre os mares Báltico e Negro, cada uma com um chefe diferente. Atila e o seu irmão, Bleda, lograram unificar o poder nas suas mãos e fundar um reino. Em 441, na sequência de uma grande seca, iniciou uma lenta migração para Ocidente. Um ano mais tarde ordenou o assassinato do seu irmão e se tornou-se chefe supremo. Em 451 irrompeu na Gália, mas um exército de visigodos e romanos conseguiu afastá-lo após a batalha dos Campos Cataláunicos. Atila se dirigiu-se então para Itália. Depois de arrasar as cidades de Aquileia, Milão e Pavia, deteve o seu avanço às portas de Roma, a fim de reorganizar os seus exércitos. No entanto, após uma conversa com o Papa Leão o Grande, Atila decidiu empreender a retirada e não penetrar na capital do Império. Posteriormente, retirou-se para a Panónia, onde morreu um ano mais tarde. O reino dos hunos desintegrou-se definitivamente."

quarta-feira, maio 18, 2011

A origem da Monarquia Portuguesa

Consulta este link e observa as novas pesquisas do autor João Silva de Sousa. De 910 a 1910. Tens vários artigos dentro deste link consulta-os consoante as datas que pretendes pesquisar.
Boas pesquisas.

O Manifesto do infante D. Pedro de 1667






Consulta o manifesto de D. Pedro com um Clique no título...

Vencedor da Figura do Mês de Abril

Ana Sofia Valentim, 5ºL
PARABÉNS!

segunda-feira, maio 02, 2011

Dia 9 de maio, dia da Europa



Em 9 de Maio de 1950 Robert Shuman criou uma proposta de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção da paz. Esta proposta, conhecida por "declaração Shuman" é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.



Actualmente, o dia 9 de Maio dia da Europa, tornou-se um símbolo europeu que,juntamente com o hino, a bandeira e a moeda, significam a identidade política da União europeia.



O dia é uma oportunidade de desenvolver festejos e actividades que aproximem os cidadãos entre si.

quinta-feira, abril 14, 2011

FMI - Fundo Monetário Internacional








"O Fundo Monetário Internacional (FMI) foi criado quase no fim da 2ª Guerra Mundial, Mundial. A primeira idéia é que o FMI ajudasse na reconstrução dos países atingidos pelas guerras mundiais e, depois, socorresse os países que adotam o sistema neoliberal. O novo ordenamento do mundo do após-guerra seria caracterizado pelo fortalecimento do capitalismo e pela obediência a instituições internacionais regidas pelo principio democrático no qual todos se fariam representar igualmente, sem que nada fosse imposto aos seus integrantes. O FMI seria uma instituição que procurava abrigar todos os países que dele quisessem participar. Agora o FMI interfere na política econômica dos países devedores de forma extremamente autoritária. Na sua criação estava a idéia de que o mundo poderia estar tranqüilo. Dali em diante uma moeda em comum, cambiável em escala universal, facilitando e ajudando a expandir o comércio pelo mundo inteiro. Se algum país passasse por sérias dificuldades financeiras, o FMI iria a seu socorro para evitar a falência ou a moratória dele contaminasse o funcionamento de todo o sistema internacional. Seu surgimento, origem, bem como sua atualidade, dentre outros aspectos apresentados, serão descritos neste trabalho, além de mostrar seus objetivos e conseqüências trazidas pelo Fundo ao Brasil no dias de hoje, além disso, tentar-se-á mostrar que esta instituição fugiu completamente em seu funcionamento atual das idéias de quando foi criado."










Objectivos do FMI


"Tem como objetivo geral zelar pela estabilidade do sistema monetário internacional, notadamente através da promoção da cooperação e da consulta em assuntos monetários entre os seus 181 países membros. Os objetivos específicos do FMI são estimular a cooperação internacional, facilitar a expansão e o crescimento equilibrado do comércio mundial, promover a estabilidade cambial e colaborar para o estabelecimento de um sistema de pagamentos internacionais e para a eliminação de restrições cambiais. Outros objetivos é que torna o Fundo mais conhecido (ou temido). Numa tradução livre, "incutir confiança aos países membros, disponibilizando temporariamente, sob adequadas salvaguardas, recursos para que possam corrigir desequilíbrios em seus balanços de pagamentos, sem que tenham que recorrer a medidas destrutivas da prosperidade nacional ou internacional". O FMI planeja e monitora programas de ajustes estruturais e oferece assistência técnica e treinamento para os países membros."



Formas de Financiamento


SBA - Acordo de crédito contingente ou acordo stand-by (Stand-by agreement) - é a política mais comum de empréstimos do FMI. É utilizada desde 1952 em países com problemas de curto prazo na balança de pagamentos. Essa política envolve apenas o financiamento direto de 12 a 18 meses. O prazo de pagamento vai de três a cinco anos. São cobrados juros fixos de 2,22% mais uma taxa variável que pode chegar a 2%


ESF - Programa de Contenção de choques externos (Exogenous Shocks Facility) - Crises e/ou conflitos temporários vinculadas a outros países e que influem no comércio, flutuações no preço de commodities, desastres naturais. Duram de 1 a 2 anos. Foca apenas nas causas do choque. Todos os membros podem pleitear esse empréstimo, mas sob as regras de um Plano de Assistência Emergencial.



EFF - Programa de Financiamento Ampliado (Extended Fund Facility) - Problemas de médio prazo, destinados àqueles países que possuem problemas estruturais no balanço de pagamentos. Procura-se resolver os problemas através de reformas e privatizações. Seu prazo vai de 3 a 5 anos.



SRF -Programa de Financiamento de Reserva Suplementar (Supplemental Reserve Facility) - problemas de curto prazo de mais difícil resolução, como a perda de confiança no mercado ou ataques especulativos. Esses empréstimos são pagos em um prazo de até dois anos e, sobre eles, são cobrados juros fixos de 2,22% ao ano mais uma taxa que varia de 3% a 5%



PRGF - Programa de Financiamento para Redução da Pobreza e Desenvolvimento (Poverty Reduction and Growth Facility) - destinada a países pobres. Está ligada às estratégias de combate à pobreza e retomada do crescimento. É exigido um documento do país membro contendo as estratégias para combate à pobreza. Com taxas de 0,5 % anuais, e podem ser pagos com prazo de 5½ a 10 anos.
Assistência Emergencial (Emergency Assistance), para auxilio a países que sofreram catástrofes naturais ou foram palco de conflitos militares e ficaram economicamente desestabilizados."

quarta-feira, abril 06, 2011

Vencedor da Figura do Mês de Março

Parabéns! João Pereira, 6ºE, nº 21. Continua a concorrer.

História de Angola

Clica no título, consulta o link e conhece mais sobre a "História de Angola" Suma: Investigações recentes comprovam que Angola foi habitada no paleolítico inferior e que os primeiros europeus a chegar angola remontam ao século XV quando o navegador português Diogo Cão, chegou ao rio Congo ou Zaire...