D. Pedro IV

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sexta-feira, dezembro 05, 2008

D.Manuel e o rinoceronte



Dürer desenhou um rinoceronte sem nunca na vida ter visto este animal. O episódio vem relatado na História de Lisboa, de Dejanirah Couto, e conta-se rapidamente.O rei português D. Manuel I (1469-1521) gostava de fazer alarde do exotismo encontrado pelos navegadores portugueses no estrangeiro, chegando mesmo a ter por hábito exibir-se nas ruas acompanhado por um cortejo luxuoso que abria com cinco elefantes indianos, seguidos de um animal pouco conhecido e de aparência surpreendente que Afonso de Albuquerque lhe enviara: um rinoceronte.Este rinoceronte enchia D. Manuel de orgulho. São conhecidos relatos de um certo combate que deveria ter-se realizado entre o rinoceronte e um elefante, se este último, assim que apenas avistou o primeiro, não tivesse desatado a correr, absolutamente descontrolado, desde o Palácio da Ribeira até ao Rossio, espezinhando aqueles que ousaram intervir. Por altura da partida de uma embaixada de Tristão da Cunha a Roma, D. Manuel, querendo a todo o custo impressionar o Papa, decidiu que tão maravilhoso animal tinha de fazer parte da comitiva.Preso por uma corrente de ferro dourada e com uma coleira de veludo enfeitada de cravos e rosas, o rinoceronte embarcou com destino ao porto de Génova. A viagem, contudo, não correu tão bem como era desejado: o navio naufragou devido a uma tempestade.O afogamento do animal não se revelou, porém, suficiente para desanimar totalmente a embaixada portuguesa. Segundo Damião de Góis, o corpo do animal foi recolhido junto à costa e empalhado. O Papa teve, assim, oportunidade de observar o que restava dele. Mesmo morto, o rinoceronte terá impressionado todos os presentes.

Pesquisa efectuda pelo Edmir e Ossidony, das turmas E e D.
http://littlelittlewords.blogspot.com/2008/05/o-rinoceronte-de-d-manuel.html

segunda-feira, dezembro 01, 2008

de lenço

SABIAS QUE...? A batata...






A autora deste "Sabias que" é de uma das seguintes turmas: 6G, 6H ou 6J?

Investiga e escreve um comentário... (Se quiseres visualizar o trabalho em tamanho real, clica na figura)



quinta-feira, novembro 27, 2008

Termina um dos mitos românticos do século XX

Os restos mortais que foram encontrados nos arredores de Ekaterimburgo, no ano transacto, são, com um alto nível de probabilidade, do príncipe herdeiro Alexei e da princesa Maria, anunciou, Vladimir Soloviov, investigador para casos importantes do Comité de Investigação da Procuradoria da Rússia.Se assim é, desaparece um dos mitos românticos do século XX: a lenda da salvação milagrosa de Anastácia, uma das filhas do czar Nicolau II e da princesa Alexandra.Segundo o centro de imprensa da região de Sverdlov, onde fica situada a cidade de Ekaterimburgo, “as investigações praticamente chegaram ao fim, resta apenas realizar, no fim de Maio, uma auditoria independente e todos os documentos ficarão prontos”.

http://darussia.blogspot.com/2008/04/autoridades-pem-fim-um-dos-mitos.html

Pesquisa elaborada pelo aluno Simão Pereira, nº 25, do 9E

Sidónio Pais toma o poder...



Na noite de 5 para 6 de Dezembro de 1917, Sidónio Pais, um major de artilharia com 46 anos (…), ocupa com 1500 membros do exército, a Rotunda do Marquês de Pombal, em Lisboa (…). O governo de Afonso Costa, que está fora de Lisboa, demora a organizar a defesa. Só no dia 7 é que foi possível enviar uma coluna composta por 1200 homens, que, perante a vantagem dos insurrectos em artilharia, fracassa no assalto à Rotunda. Afonso Costa, que vinha a perder apoios (…) demite-se no dia seguinte e é detido pelos revoltosos no Porto.
Sidónio Pais governou Portugal durante cerca de um ano, até ao seu assassinato, em 15 de Dezembro de 1918.

OLIVEIRA, Ana Rodrigues e outros. História 9, 1ª edição, Lisboa: Texto Editora, 2004.

Pesquisa efectuada pelos alunos Bruno Dias, nº6 e Gonçalo Barbosa, nº 12 do 9.º E.

Símbolos da U.R.S.S.


Um dos símbolos da U.R.S.S. é a foice e o martelo cruzados.Estes representam a união entre os camponeses e os operários e passaram a fazer parte da bandeira do país. A estrela vermelha simboliza o internacionalismo proletário. Ao longo da fita encontra-se a frase “Proletários de todo o Mundo, uni-vos ”, em diferentes línguas.

OLIVEIRA, Ana Rodrigues e outros. História 9, 1.ª edição, Lisboa: Texto Editora, 2004.
Pesquisa efectuada pelo Hugo Pinto, nº 14 e David Alexandre, nº 10 do 9º E.

domingo, novembro 23, 2008

A COMEMORAR TAMBÉM SE APRENDE!

Como deves saber, o dia 1 de Dezembro é feriado em Portugal. Nesse dia comemora-se o Dia da Restauração da Independência.
Durante sessenta anos Portugal sofreu o domínio filipino. No dia 1 de Dezembro de 1640, os Portugueses restauraram a sua independência e D. João IV foi aclamado rei de Portugal. Assim se iniciou a 4.ª Dinastia.
Participa na actividade A COMEMORAR TAMBÉM SE APRENDE!
Executa uma bandeira de Portugal actual. Faz-lhe uma haste com um pauzinho…
Faz também uma de Portugal em 1640!
Entrega os teus trabalhos devidamente identificados à funcionária do pavilhão F no dia 2 de Dezembro até às 17:00h . PARTICIPA!

Aqui te deixamos o Regulamento do Concurso.
1-O concurso “A minha bandeira” destina-se a todos os alunos do 2º ciclo que nele queiram participar.
2-O concurso tem como objectivo avaliar e premiar as três melhores bandeiras de Portugal, actual e em 1640, em termos de execução plástica e rigor histórico.
3- Os trabalhos deverão ser apresentados até ao dia 2 de Dezembro às 17horas.
4-Os trabalhos dos seis alunos vencedores serão incluídos no “Blog” “passado curioso”.
5-O júri será constituído por dois alunos que não poderão participar no concurso, dois professores e um membro da Associação de pais e encarregados de educação.
6-O Júri reunirá na mesma semana para apuramento dos seis melhores trabalhos, em local e hora a combinar.

domingo, novembro 16, 2008

DIOGO ALVES


Este era o nome do terrível assassino e ladrão que utilizava os caminhos sobre os arcos do Aqueduto para perpetrar toda a espécie de crimes. Segundo reza a História, Diogo Alves, "o Pancada" como era conhecido, escondia-se no aqueduto para assaltar e atacar as pessoas que passavam no longo e estreito passeio ao ar livre sobre a Ribeira de Alcântara, atirando-as depois de uma altura de 65 metros. No Verão de 1837, Diogo Alves terá roubado a vida a 76 pessoas. Foi apanhado em 1840, condenado à morte e enforcado a 19 de Fevereiro de 1841. Esta história de Diogo Alves intrigou os cientistas da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, que após o enforcamento do homicida, lhe deceparam a cabeça para a estudarem e tentarem compreender a origem da sua malvadez.
A cabeça decepada encontra-se, ainda hoje, no teatro anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, conservada num recipiente de vidro, numa solução de formol. Mostra-nos o rosto de um homem com ar tranquilo, contrário ao seu comportamento ao longo da vida.

AGUADEIRO


Com a inauguração do Aqueduto surgiram algumas das profissões mais típicas da cidade de Lisboa, como as lavadeiras de Caneças e os famosos aguadeiros, na sua maioria, de origem galega, que, pelas ruas de Lisboa, carregavam barris de água que vendiam a quem passava. Abasteciam-se nos vários chafarizes de Lisboa, esperando a sua vez nas longas filas de espera e percorriam depois as ruas da cidade com os seus pregões - "Há água fresquinha! Quem quer, quem quer?"

AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES

O Aqueduto das Águas Livres foi mandado construir pelo Rei D. João V para fornecer água a Lisboa. O projecto foi feito pelo arquitecto Manuel da Maia, mas foi Custódio Vieira que o deixou pronto em 1748. Porém, a obra só foi totalmente concluída em 1799.
Este projecto tornou possível a resolução de um problema com que Lisboa se debatia há muito tempo: a falta de água em Lisboa. Pressionado pelo procurador da cidade, o rei concordou em mandar estudar os custos desta obra e a quem caberia o seu pagamento. Depois de grandes discussões, o povo aceitou que o Rei lançasse novos impostos sobre a carne, o vinho e o azeite que se consumiam em Lisboa, tornando possível o abastecimento de água a Lisboa. Em 12 de Maio de 1731 foi assinado o decreto para a construção do Aqueduto das Águas Livres, inteiramente paga com o dinheiro do povo.
Por isso, D. João V mandou colocar no Arco da Rua das Amoreiras uma placa com uma inscrição em latim, que dizia:
No ano de 1748, reinando o piedoso, feliz e magnânimo Rei João V, o Senado e povo de Lisboa, à custa do mesmo povo e com grande satisfação dele, introduziu na cidade as Águas Livres desejadas por espaço de dois séculos, e isto por meio de aturado trabalho de vinte anos a arrasar e perfurar outeiros na extensão de nove mil passos.
Anos mais tarde, o Marquês de Pombal mandou substituir essa inscrição por outra que não referisse que tinha sido o povo a pagar tão grande obra e onde se pode ler:
Regulando D. João V, o melhor dos reis, o bem público de Portugal, foram introduzidas na cidade, por aquedutos solidíssimos que hão-de durar eternamente, e que formam um giro de nove mil passos, águas salubérrimas, fazendo-se esta obra com tolerável despesa pública e sincero aplauso de todos.

D. João V


O corte de cabelo de D. João V formava uma espécie de corredor, porque evitava a pediculose, isto é, a infestação de piolhos. Naquela época, os banhos eram reservados a momentos especiais - o nascimento, o casamento, cerimónias de grande importância, a morte. Então, como medida de protecção contra o "ataque" dos piolhos este corte/penteado fez moda.

BIBLIOTECA JOANINA

Portal da Biblioteca Joanina
A Biblioteca Joanina deve o seu nome a D. João V, seu benfeitor, cujo escudo está esculpido no portal barroco. Situada no Pátio da Faculdade de Direito de Coimbra, a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra - reconhecida como uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias - foi construída entre 1717e 1728, no século XVIII, com madeiras exóticas e ouro do Brasil. O edifício, em estilo barroco, tem três andares, apresenta três salas que comunicam entre si por arcos decorados, encimados pelo escudo real e, completamente revestidos de estantes (seis dezenas), decorados com motivos chineses: na primeira sala em contraste ouro sobre fundo verde; na segunda, ouro sobre fundo vermelho e na última ouro sobre fundo negro. Foi totalmente executada por artistas portugueses. As suas paredes estão cobertas por estantes de dois andares, em madeiras exóticas, douradas e policromadas; os tectos pintados são da autoria dos pintores lisboetas Simões Ribeiro e Vicente Nunes, apresentam motivos alusivos às artes e às ciências e, no centro, uma figura feminina simboliza a Sapiência Divina.

Inicialmente conhecida por Casa da Livraria, a biblioteca incorporou os primeiros livros depois de 1750. Possui mais de 200 mil obras, de que se destacam exemplares de medicina, geografia, história, estudos humanísticos, ciências, direito civil e canónico, filosofia e teologia dos séculos XII ao XIX. Cerca de 40 mil volumes estão disponíveis no piso nobre, aquele que pode ser visitado. Na primeira sala estão arrumadas as obras relativas às ciências humanas; na segunda, as obras relativas às ciências naturais; e, na terceira sala, os volumes dedicados à teologia, ao direito canónico e às leis. Do seu acervo faz parte um exemplar da Bíblia Latina das 48 Linhas - assim chamada por possuir, exactamente, 48 linhas por página - impressa em 1462 por dois sócios de Gutenberg, considerada a mais bela das primeiras quatro bíblias impressas.
As colecções bibliográficas datam dos séculos XV, XVII e XVIII e representam o que de melhor havia na Europa culta naquele tempo. Todos estes exemplares bibliográficos estão em boas condições porque o edifício funciona como uma caixa-forte; as suas paredes exteriores de 2,11 metros de espessura, a porta feita em madeira de teca, o interior revestido com um tipo de madeira que absorve a humidade excessiva proporcionam um ambiente estável ao longo de todo o ano, favorável à conservação do livro. As estantes são feitas em madeira de carvalho, muito densa, liberta um odor que repele os insectos - papirófagos - e dificulta a sua penetração.
Tal como na Biblioteca do Convento de Mafra, também aqui habita uma colónia de morcegos que, durante a noite, se alimentam dos insectos. Porém, a presença destes mamíferos alados exige cuidados adicionais para prevenir danos causados pelos seus dejectos nas madeiras preciosas das mesas; todos os dias, ao fechar a biblioteca, um funcionário cobre os bufets (mesas) com toalhas de couro e, de manhã, retira-as e limpa o chão.
Esta biblioteca pode, hoje, ser visitada virtualmente. Para entrares, clica neste link.

imagens recolhidas em http://philmindspot.blogs.sapo.pt/31060.html

sábado, novembro 15, 2008

BIBLIOTECA DO PALÁCIO DE MAFRA


A biblioteca do Palácio e Convento de Mafra é grandiosa, tem cerca de 80 metros de comprimento por 95 metros de largura, o chão revestido a mármore e estantes em estilo rococó. Inicialmente, a biblioteca era para ser forrada a talha dourada, mas acabou por ser apenas revestida a mármore branco o que favorece a luminosidade interior. Possui cerca de 40.000 livros com encadernações em couro e gravadas a ouro e muitas obras artísticas encomendadas, por D. João V, em França e em Itália. Um dos tesouros desta colecção é a segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões. Estes foram encadernados pelos monges que viveram no convento desde o século XVIII.
Para conservarem os livros em perfeitas condições, os monges criaram uma colónia de morcegos que voavam livremente pela biblioteca à noite alimentando-se dos insectos que estivessem no interior da sala. Para reduzir os níveis de humidade, só algumas janelas permitem o acesso ao exterior; outras parecem ser janelas, mas são espelhos que concentram o calor dos raios solares.

in http://www.mafra.net/mafra/palacio.php

ESTILO BARROCO


O estilo barroco nasceu em Roma, Itália, e rapidamente se espalhou pela Europa. Era uma arte espectacular e faustosa, que serviu, admiravelmente, a necessidade que os os governos absolutistas, as igrejas cristãs e a burguesia sentiam de impressionar e deslumbrar o povo.
O nome "barroco" tem origem na palavra espanhola barueco que significa "pérola de forma irregular.
Em Portugal, o estilo barroco atingiu o seu esplendor com D. João V,- barroco joanino - que, graças ao ouro do Brasil contratou artistas estrangeiros e mandou realizar várias obras de arte. As criações dos artistas portugueses é visível nos altares de talha dourada e nos painéis de azulejos, em azul e branco, que embelezam igrejas, salões, escadarias e jardins.
Durante este período foram construídos, em Portugal, grandes obras de arte de que destacamos: o Convento e a Biblioteca do Convento de Mafra, a Torre dos Clérigos,a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, a Igreja e escadas do Bom Jesus de Braga, o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego, o Palácio do Freixo no Porto e o Solar de Mateus em Vila Real.
in http://
www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/historia/historia_ trab/barroco.
htm
Curiosidade recolhida por André Caetano, 6.º A

A GUERRA DOS EMBOADAS

Nos princípios do século XVIII, espalharam-se pelo Brasil e por Portugal notícias sobre as grandes reservas de ouro descobertas pelos bandeirantes paulistas na região de Minas Gerais, o que provocou grandes movimentos de pessoas que se aventuravam na procura dessas riquezas.
Estes bandeirantes reclamaram para si a exclusividade da exploração de ouro,o que desencadeou vários confliots armados nesta região com os estrangeiros - baianos e portugueses. Aos estrangeiros chamavam "emboadas" (nome tupi, que significa aves pernaltas) por usarem botas de cano alto. O dirigente dos Emboadas era o português Manuel Nunes Vieira.
Os bandeirantes paulistas dirigidos por Manuel de Borba Gato, sofreram muitas derrotas e perderam várias minas. Isto fez com que os paulistas se virassem para a região oeste onde,anos mais tarde, descobririam novas jazidas de ouro nos atuais estados do Mato Grosso e Goiás.
Depois desta guerra, S. Paulo é elevado de vila a cidade e a região de Minas Gerais passou a ser administrada e controlada por Portugal, tendo o rei regulamentado a repartição da exploração por paulistas e estrangeiros e exigido a cobrança de 1/5 sobre as riquezas exploradas.
in http://www.brasilescola.com/historiab/guerra-dos-emboadas.htm
Curiosidade recolhida pelo aluno João Caparica, 6.º B

Os Meninos de Palhavã



Os denominados Meninos de Palhavã eram os filhos bastardos (de sexo masculino) de D. João V (1706-50), reconhecidos pelo soberano em documento que firmou em 1742, mas que só foi publicado em 1752, após a sua morte.

Eram eles:
• D. António (1704-1800), filho de uma francesa cujo nome é desconhecido. Doutorou-se em Teologia e veio a ser cavaleiro da Ordem de Cristo.
• D. Gaspar (1716-1789), filho da religiosa D. Madalena Máxima de Miranda. Veio a ser arcebispo primaz de Braga.
• D. José (1720-1801), filho da religiosa madre Paula de Odivelas (Paula Teresa da Silva). Exerceu o cargo de Inquisidor-mor.
Em consequência de um conflito que tiveram com o Marquês de Pombal, D. António e D. José foram desterrados para o Buçaco em 1760 de onde só puderam regressar depois da morte de D. José I, ocorrida em 1777.
Fonte: Wikipédia.

Aconteceu em...


Sapinhos - Recados Para Orkut


Apresento-te agora as pistas para o concurso relativo ao mês de Novembro:

1ª pista - Neste ano é fundada a Academia Portuguesa de História.



2ª pista - Por decreto lei o governo cria no Tarrafal, ilha de Santiago, no arquipélago de Cabo Verde "uma colónia penal para presos politicos e sociais"A 29 de Outubro chegam os primeiros 150 presos politicos.




3ª pista - Neste ano iniciam-se as emissões da Rádio Renascença



Pede o boletim de concurso à tua professora de História/História e Geografia de Portugal e concorre...podes ser premiado!!!!

quinta-feira, novembro 13, 2008

Figura do Mês

Informamos que a vencedora do passatempo "Figura do Mês" foi a aluna Andreia Tomás do 6º M. Parabéns à vencedora e obrigado a todos os alunos pela entusiástica participação que se tem verificado em todas as turmas.

Mauser 96


Das pistolas semi-automáticas conhecidas a Mauser 96 foi a primeira a ser generalizada . Foi projectada pelos irmãos Fidel, Friedrich e Josef Feederle em 1895. Fabricada na Alemanha, pela Mauser, a partir de 1896. Esta arma foi também era fabricada em países como a Espanha e a China.
As principais características da C96 são o depósito interno de munições na frente do gatilho, o cano longo, o coldre de madeira que pode ser utilizado como coronha e o punho em forma de cabo de vassoura.

Pesquisa efectuada pelo Gonçalo Araújo,nº13, do 9º E.

Pacífismo


No início do século XX, a previsão de uma guerra levou pacifistas europeus a fazer importantes acções com o objectivo de defesa da paz. O sueco Alfred Nobel, inventor da dinamite, pensava que a guerra era uma forma de dividir as nações em vítimas e assassínios. Desta forma, em 1895 incluiu no seu testamento muito dinheiro para a Fundação Nobel. Esta teria a responsabilidade de atribuir 5 prémios anuais, sendo um deles o prémio da Paz, a entregar a pessoas ou a alguma instituição, cuja acção se destacasse em defesa da paz entre as nações.

OLIVEIRA, Ana Rodrigues, et al., História 9, 1ª edição, Lisboa: Texto Editora, 2004

Pesquisa efectuada pelo Hugo Pinto, nº14 e Miguel Marques, nº 21, do 9º E.