D. Pedro IV

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segunda-feira, outubro 20, 2008

D. Leonor de Teles


Sabias que... D. Leonor de Teles foi a mais perversa e afortunada amante dos reis de Portugal. Perversa porque foi capaz de tudo para conseguir os seus fins: incomodada com o prestígio do Infante D. João, filho de D. Pedro I e de D. Inês de Castro, casado com a sua irmã, D. Maria Teles prometeu-lhe o trono, pela mão de sua filha, a Infanta D. Beatriz, se matasse a sua mulher.
Ambicionando o trono, D. João satisfez o seu pedido: matou à punhalada a mulher, alegando o seu mau comportamento.
D. Leonor de Teles não cumpriu o que prometera; casou a filha, D. Beatriz, com D. João I, rei de Castela, e o infante assassino teve que fugir de Portugal.
Afortunada porque a sua ambição fez dela, ao casar com o Rei D. Fernando.O povo não gostava dela, pelo que se manifestou contra o seu casamento com o rei, mas D. Fernando reprimiu, violentamente, os protestos e, em segredo, casou no Mosteiro de Leça do Balio, em Maio de 1372.
Curiosidade recolhida por Daniela Gomes da Silva, 6.º B

SABIAS QUE...


D. Sebastião começou a reinar desde 11 de Junho de 1557, apenas com três anos e meio de idade, e foi logo aclamado rei. Não podendo subir ao trono, por ser menor de idade, foi D. Catarina, sua avó, que governou como regente durante 10 anos. O Cardeal D. Henrique sucedeu-lhe na governação como regente até 1568, ano em que D. Sebastião completou 14 anos de idade e foi declarado maior.
D.Sebastião ocupava o seu tempo em caçadas, exercícios religiosos e na leitura de livros de história, principalmente, da história portuguesa.
Dava-lhe prazer desafiar o perigo. Em dias de temporal, gostava de embarcar nas galés e navegar para fora da barra para, da popa dos navios, observar o mar enfurecido.
Dado a extravagâncias, tomava decisões e tinha atitudes que raiavam a loucura. Conta a História que, durante uma viagem que fez por Portugal, quando fugia da peste de Lisboa, mandou abrir os túmulos dos reis, seus antepassados, deslumbrando-se diante dos que tinham sido guerreiros e votando os pacíficos ao desprezo.
Ignorando os avisos e os conselhos da Corte, organizou uma expedição militar a Alcácer-Quibir, quando o rei Muley Hamed lhe pediu socorro a troco de recompensas, por o rei Muley Moluk , seu tio, o ter expulsado do trono.
Completamente alucinado, mandou pedir a Santa Cruz (Coimbra) a espada de D. Afonso Henriques. Transportando na bagagem uma coroa de ouro para colocar na cabeça quando se proclamasse imperador de Marrocos, partiu a 25 de Junho com uma armada de 800 velas e um exército de 18.000 homens, constituído por soldados de todas as origens.O corpo de voluntários da nobreza era indisciplinado, mas brilhante pela bravura daqueles que o integravam e usava roupas de luxo, impróprias para uma expedição militar.
Em África, as loucuras continuaram: D. Sebastião quis dirigir o exército. Para conquistar Larache, praça do litoral, desembarcou em Tânger a 17 de Julho de 1578, e seguiu por terra, passando por Arzila e Alcácer Quibir. Esta marcha, em Agosto, foi violenta para os nossos soldados, chegarem a Alcácer Quibir mortos de cansaço.
No campo de batalha, mostrou-se forte e, de espada em punho contra o inimigo, embrenhou-se na luta, não se apercebendo da dispersão do exército que comandava.
A pé,empunhando uma espada e todo coberto de sangue, D. António, prior do Crato, indicou-lhe uma clareira por entre os exércitos muçulmanos por onde podia fugir, mas D. Sebastião não lhe prestou atenção. Aconselhado a render-se, respondeu à afirmação "Só nos resta morrer" dizendo: "Morrer, sim, mas devagar". Tentando salvá-lo, um dos nobres pediu a um mouro que lhe tirasse a espada, mas D. Sebastião gritou: "Não, não! A liberdade real só se há de perder com a vida". Cavalgando, desapareceu no meio dos inimigos. Da sua sorte nunca mais se soube.
Ainda hoje, perto de Alcácer-Quibir, na aldeia de Suaken onde se travou esta batalha, também, conhecida, em Marrocos, pela Batalha dos Três Reis, se podem ver três obeliscos construídos em memória de D. Sebastião e dos outros dois reis. A derrota humilhante que o exército português sofreu em Al-Kasr Al-Kebir (Alcácer Quibir), trouxe graves consequências para Portugal. Com o resgate dos cerca de 100 sobreviventes as dificuldades financeiras cresceram.
Em 1582, D. Filipe I mandou sepultar no Mosteiro dos Jerónimos um corpo, que fez passar pelo do rei desaparecido, na esperança de acabar com o mito do sebastianismo, que mandou sepultar num túmulo da Igreja de Belém.
http://www.arqnet.pt/dicionario/sebastiao1rei.html
Curiosidade recolhida por Beatriz Reis, 6.º B

Notícias da Arqueologia

Estudo das moedas dará novas revelações
Nau da Namíbia
Balanço dos arqueólogos - Cooperação com Namíbia só agora começou e promete no futuro
Perante os vestígios encontrados até agora da nau do século XVI que naufragou na costa da Namíbia, os arqueólogos portugueses consideram tratar-se de um navio de grande tonelagem que seguia para a Índia, tendo embatido violentamente junto à foz do Rio Orange com a parte traseira onde se encontravam os camarotes dos passageiros mais importantes, dada a enorme quantidade de pratos de estanho achados.Esta história é contada pelo que já foi resgatado do areal africano, em Abril, quando se deu com o achado, e em Setembro e Outubro, na presença dos arqueólogos portugueses Francisco Alves e Miguel Aleluia que ontem, em conferência de imprensa explicaram todo o processo aos jornalistas. A datação do navio e outros pormenores que podem ser investigados em arquivo, só será possível "quando as moedas 'falarem' e nos derem mais informações", disse Francisco Alves, referindo que existem vários tipos de moeda, de ouro e prata, espanholas e portuguesas.Sustentam a convicção de que haverá mais destroços do naufrágio numa área de quilómetros em toda a aquela costa, já que o 'calcês' da nau (peça em madeira que servia para a subida dos panos do navio) foi descoberta a quatro quilómetros a Norte.Imensos objectos foram recuperados pela equipa que trabalhou com a ajuda de tecnologia de ponta da empresa que explora diamantes na costa, como aspiradores gigantes, um laser scan que fornece imagens com a precisão de milímetros, máquinas de perfurar, além de vários camiões que constantemente mantinham a barreira de vários metros de areia para que o mar não avançasse.O que encontraramAfinal, não foi apenas uma costela humana, como ontem noticiámos, o único vestígio dos ocupantes do navio da Carreira da Índia. Francisco Alves referiu que encontraram fragmentos de uma bacia humana e outros ossos, mas "a sua posse não está em cima da mesa", disse a secretária de estado da Cultura.Da nau recuperaram duas mil moedas de prata e ouro - nomeadamente a de D. Manuel que aponta o naufrágio posterior a 1525 -, 20 toneladas de lingotes de cobre e estanho, uma caixa de madeira com espadas, servidores de ferro dos canhões, peças de ferro de artilharia, dezenas de presas de elefantes, três astrolábios e outros instrumentos de navegação, um pente de madeira, um chinelo, polvorinhos feitos de chifre, lucernas, peças de candelabro, uma bainha de espada decorada, um punhal, um jogo de pesos e medidas, armas de fogo portáteis, e uma frigideira, entre outros objectos.
Diário de Notícias 18/10/08

quinta-feira, outubro 16, 2008

Sabias que...

Quando colonizaram a ilha da Madeira, os portugueses confrontaram-se com um problema muito complicado, a vegetação densa. Para que pudessem habitar a ilha, foi necessário lançar fogo ao mato,que demorou sete anos a extinguir-se por completo.

Esta curiosidade foi recolhida pela aluna Ana Cláudia Camarate do 8º C.

Sabias que...

Depois da catástrofe que foi o Terramoto de 1755, D.José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num luxuoso complexo de tendas no Alto da Ajuda, em Lisboa?

Os primeiros edifícios, a nível mundial, a serem construídos com protecção anti-sísmica foram os da Baixa Pombalina, edificados após o Terramoto de 1755?


Estas curiosidades foram recolhidas pelo Bruno Serras do 5º I.

quarta-feira, outubro 15, 2008

Aconteceu em...

Durante a regência de D. Pedro IV, por decreto de 18 de Outubro de 1830 da Junta Governativa da ilha Terceira, substituiu a bandeira, até então integralmente branca, pela bandeira azul-branca. O liberalismo, triunfante em 1834, faz dela a bandeira nacional, que se manteve sem alteração durante todo o período de Monarquia Constitucional até o 5 de Outubro de 1910. Guerra Junqueiro disse a respeito da bandeira: o branco "é candura, pureza perfeita, virtude sem mancha". O azul é "serenidade, bondade, graça ingénua, alegria cândida". O ouro "é glória, vitória, triunfo, êxtase e apoteose". São estas as cores da alma nacional. E assim como as cores devem traduzir o génio do povo, as armas e as "insignias" devem traduzir num "resumo instantâneo a história pátria".
E continua: "O Campo azul e branco permanece indelével. É o firmamento, o mar, o luar, o sonho dos nossos olhos, o êxtase eterno das nossas almas. Os castelos continuam em pé inabaláveis, de ouro de glória, num fundo de sangue ardente e generoso ... A cruz do calvário, as das cinco chagas essa não morre, é o abraço divino, o abraço imortal... A coroa do Rei, coroa de vergonhas, já o não envilece, o não vislumbra. No brasão dos sete castelos e das quinas erga-se de novo a esfera armilar da nossa glória... E ao símbolo augusto do nosso génio ardente e aventuroso, coroemo-lo enfim de cinco estrelas em diadema dos cinco astros de luz vermelha e verde [ ...] dessa manhã heróica da rotunda."

Sabias que...


O terramoto de 1 de Novembro de 1755 causa quase a destruição completa de Lisboa,e também causou danos no litoral.O sismo foi segundo de um tsunami que se acha ter atingido os 20m e ter feito 10 000 mortos.Este sismo foi um dos maiores sismos da história.Os geólogos estimam que o sismo de 1755 tenha atingido a magnitude 9 na escala de Richter.

Esta curiosidade foi feita pelo Bernardo Borges do 6ºM e colocada
pelos alunos Diogo 6ºN e Karina 6ºL

terça-feira, outubro 14, 2008

Concurso " O Melhor Castelo"

O júri reuniu e decidiu....

Não foi tarefa fácil! O número de concorrentes e a elevada qualidade dos trabalhos apresentados excedeu as expectativas. No entanto, após uma apreciação cuidada de todos os castelos, foram vencedores os seguintes alunos:
1º lugar - Ricardo Costa, 6º J
2º lugar - Bruno Serras, 5º I
3º lugar - Rui Alexandre, 5º H
Parabéns aos vencedores!
Agradecemos a colaboração e o empenho de todos os alunos e esperamos que continuem a participar nos nossos concursos e passatempos.
Agradecemos também o apoio da Associação de Pais.

quarta-feira, outubro 08, 2008

O melhor castelo

Temos o maior prazer em vos apresentar imagens do nosso concurso « O melhor Castelo »!!!
Apreciem, divirtam-se e deixem o vosso comentário!

José Saramago recebe o Prémio Nobel da Literatura


A 8 de Outubro de 1998, José Saramago recebe, em Estocolmo (Suécia), o Nobel da Literatura, tornando-se o primeiro escritor de Língua Portuguesa a ser distinguido com este prémio.
Este post foi feito pelo Afonso do 6º N, sob orientação de Maria da Ponte

http://www.leme.pt/historia/efemerides/1008/

terça-feira, outubro 07, 2008

EXPOSIÇÃO "O MELHOR CASTELO"

O concurso "O Melhor Castelo" mereceu grande adesão por parte dos alunos. Convidamos-te a visitar a exposição de castelos no Pavilhão F.
Deixa aqui o teu comentário sobre esta actividade. Ficamos à espera. A tua opinião é importante!

domingo, outubro 05, 2008

Inconvenientes da Monarquia, forma de governo


O rei governava a vida toda...
Os problemas que as pessoas viam na monarquia eram devidos a coisas muito simples:

E se o rei governasse mal?
E se fosse cruel para com os súbditos (o povo)?
E se ficasse doente ou louco?
E se tivesse ideias extravagantes que prejudicassem as pessoas?
E se decidisse mal coisas importantes para o país?
E se se deixasse influenciar demais por pessoas com más intenções?

http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Portugal&ID=132

Concurso " O MELHOR CASTELO"


Olá amigos
Iniciámos mais um ano lectivo e também as nossas habituais actividades.
No dia 7 de Outubro comemora-se o dia Nacional dos Castelos. No âmbito da actividade " A Comemorar Também se Aprende" e no sentido de vos alertar para o conhecimento e preservação do património nacional, lançámos o concurso " O MELHOR CASTELO". Este concurso destina-se aos alunos do 2º Ciclo e o seu regulamento encontra-se afixado em todos os pavilhões. Se tiveres dúvidas, informa-te junto do teu professor de História e Geogrfia de Portugal. Contamos com a tua imaginação e participação.
O dia Nacional dos Castelos foi instituido em 1984, tendo sido estabelecido o primeiro sábado de Outubro como a data de comemoração. Desde essa altura, com poucas interrupções, esta data tem vindo a ser comemorada em vários locais do país. Em 2003 a data foi fixada no dia 07 de Outubro. Se quiseres saber mais acerca deste tema, poderás consultar o site da "Associação dos Amigos dos Castelos.

sexta-feira, outubro 03, 2008

Aconteceu em ...


Boas Vindas - Recados Para Orkut



Propomos-te mais um passatempo, à semelhança do que acontecia o ano lectivo passado:
Vê lá se descobres o ano em que se verificaram os acontecimentos seguintes:

Neste ano é inaugurada em Lisboa a primeira linha de carros eléctricos do Cais do Sodré a Algés. Os jornais alertam para o perigo: «os relâmpagos serão inevitavelmente atraídos pelos cabos aéreos pondo a vida dos passageiros em perigo»




Ainda nesse ano é fundado o Partido Regenerador Liberal chefiado por João Franco.
Vamos dar-te uma ajuda e dizer-te que é no início do século XX.


Pede à tua professora de História e Geografia de Portugal / História o boletim de participação, preenche-o e devolve-o!!

quarta-feira, setembro 24, 2008

Queluz, 24 de Setembro de 1834

No Palácio da Real Quinta de Queluz, na mesma cama onde nasceu, D. Pedro I do Brasil/ D. Pedro IV de Portugal faleceu acometido de tuberculose aos 36 anos de idade. Foi sepultado no Panteão dos Braganças, na Igreja S. Vicente de Fora em Lisboa.
4.º filho (2.º filho varão e, por isso, 2.º na linha de sucessão) de D. João VI e de D. Carlota Joaquina, subiu ao trono por morte do seu irmão António Francisco de Assis de Bragança e Bourbon, Príncipe da Beira.
D. Pedro - o Rei-Soldado, por combater o irmão D. Miguel na Guerra Civil de 1832-34 ou O Rei-Imperador - era muito querido pela população brasileira.
Por isso, os seus apoiantes organizaram, no Rio de Janeiro, uma manifesteção de apoio ao herdeiro do trono. Organizaram uma festa, com fogueiras, luminárias e música para o receber no regresso de uma viagem a Minas Gerais. Acabaram por agredir os não apoiantes com garrafas. A esta agressão chamaram "Noite das Garrafadas".
Em 1972,nas comemorações do sesquicentenário (150.º) da sua morte, os seus restos mortais foram trasladados para o Brasil, que colocaram no Monumento à Independência. O seu coração foi deixado em testamento à Igreja da Lapa, na mui nobre e leal cidade do Porto

terça-feira, setembro 23, 2008

Sir Alexander Fleming

Nascido na Escócia em 1881, terminou o curso de Medicina na Universidade de Londres, em 1906, no dia em que fez 25 anos.
Fleming era humilde e tímido, baixo e em quem ninguém reparava. Contudo, quando saía do hospital e a caminho de casa, parava muitas vezes no Clube de Artes de Chelsea onde conviveu com importantes pintores de Londres, seus contemporâneos, que eram por ele assistidos. Como pagamento dos serviços prestados, ofereceram-lhe quadros que coleccionou.
Em 23 de Setembro de 1908 (comemora-se hoje o 80.º aniversário) de forma acidental descobriu um dos mais importantes antibióticos, a Penicilina.
Como aconteceu?
No andar de baixo ao do seu laboratório, trabalhava um especialista em fungos, que estava a cultivar o fungo Penicillium notatum.
Os esporos libertados pelo fungo subiram pela caixa do elevador e pela escada até à porta do laboratório de Fleming que, por hábito, ficava aberta.
Como ia de férias, Fleming, deixou a sua cultura de estafilococos a crescer, mas, ao voltar de férias, reparou que havia uma grande população de estafilococos na superfície da placa de cultura e que, em volta do bolor do Penicillium, não havia nenhum estafilococo.
Intrigado, decidiu aprofundar a experiência acidental, verificando posteriormente a capacidade anti-microbiana do Penicillium que mais tarde daria origem ao antibiótico com o mesmo nome (Penicilina) e que até aos dias de hoje salvou milhões de pessoas.
Em 1945, Fleming, juntamente com Ernst Chain e Sir Howard Florey foram laureados com o Prémio Nobel da Medicina pela descoberta da Penicilina.
Fleming viria a falecer em 1955, cerca de 10 anos depois de ter recebido a maior distinção possível para um cientista e, ironicamente, apenas três meses após se ter reformado.

sábado, setembro 20, 2008

STONEHENGE


O nome Stonehenge se origina de stan (pedra) e hencg (eixo), palavras do inglês arcaico. É o monumento pré-histórico mais importante da Inglaterra e não há nada idêntico em todo o mundo. É feito de ossos de animais calcinados e de restos de recipientes de barro em grandes quantidades, e ainda de pedras de sílex. O círculo de Stonehenge, cuja data de edificação se desonhece, é constituído por 80 pedras azuis. Estes 80 fragmentos de arenito cinzento (conhecidas como “pedras azuis”) pesam entre 26 a 50 toneladas e chegam a medir 5 metros de altura, foram levados Preselli para a Planície de Sulisbury , distantes 240 km. Estas pedras azuis, talvez, tenham sido transportados em jangadas ao longo da costa galesa e depois, rio Avalon acima, até Bristol, seguindo primeiramente por via fluvial e depois por via terrestre. Estas pedras chegaram ao local antes de 2500 a.C.. O monumento deixou de ser usado por volta de 1500 a.C..O significado deste monumento é um mistério. Muitos têm sido os significados que lhe têm sido atribuídos: templo do sol ou da lua, calendário astronómico, cidade dos antepassados, centro de cura, representações de pedra dos deuses.
As pedras azuis colocadas dentro dos pilares guardam um dos significados atribuídos ao monumento - um local de cura milagrosa. Esta hipótese apoia-se na descoberta de restos humanos: ossos partidos, vestígios de operações ao crânio. Inscrições neolíticas gravadas nas rochas, em Preslli Hills indicam que os povos acreditavam que estas rochas eram mágicas e as águas apresentavam propriedades curativas.
Aqui surgiram cinzas de 250 corpos, o que sustenta a hipótese de este era um local de culto, de adoração dos antepassados e de comunhão com os mortos. Por isso, é também considerado o maior cemitério da Grã-Bretanha antigo.
Recentemente, foi encontrada na zona de Durrington Wall, a cerca de três quilómetros do monumento, a maior aldeia do Neolítico. As investigações apontam para a possibilidade de terem existido ali, há 4500 anos, cerca de 100 habitações. Acredita-se que esta aldeia possa ter albergado "os operários" que edificaram o monumento. Estas casas, com aproximadamente 5 m2 cada, eram feitas de madeira, com chão de terra batida e uma zona central para fazer o fogo.
Os vestígios encontrados - grande quantidade de ossos de animais - mostram que foi, também, um local de festas – talvez o 1.º festival de entrada livre - e rituais em determinadas épocas do ano, que atraíram mais de uma centena de pessoas. Os restos de animais testemunham os "banquetes" colectivos nessas ocasiões.

quarta-feira, setembro 17, 2008

BRASIL - A GRANDE VIRAGEM


O Brasil foi descoberto em 1500 por Pedro Álvares Cabral; porém só em 1808, com a chegada da Família Real portuguesa ao Rio de Janeiro,- acontecimento único na História da Humanidade, pois nunca uma corte europeia tinha atravessado um ocenao para ir viver e governar o reino a partir de uma colónia - o Brasil surgiu como país.
Até 1807, O Brasil era visto como uma enorme fazenda, onde Portugal colhia os produtos que precisava. Estava organizado em diferentes províncias, praticamente, sem qualquer contacto entre si, porque não havia estradas nem meios de comunicação nem qualquer comércio.
O Brasil só podia comerciar com Portugal; não podia fabricar nada pois tudo era comprado em Portugal ou por intermédio de Portugal.
Com a chegada da Família Real iniciaram-se as grandes mudanças.Ao longo dos 13 anos da sua presença no território,O Brasil deixou de ser uma colónia atrasad, proibida e ignorante. Tornou-se um país independente, abriu o comércio e a indústria de manufacturas ao exterior.
Alguns historiadores brasileiros pensam que se estes acontecimentos não tivessem ocorrido, talvez o Brasil se tivesse fragmentado e, hoje, exisitriam vários países mais pequenos (como aconteceu com as colónias espanholas na América) em vez de um vasto território.

A ORDEM DOS TEMPLÁRIOS


A Ordem do Templo nasceu por volta de 1120 por iniciativa de cavaleiros, em Jerusalém, e foi oficializada, em 13 de Janeiro de 1128, pelo Concílio de Troyes (França), notificado, apenas, para o reconhecimento e aprovação da Ordem dos Templários pela Igreja. Esta Ordem seguia as Regras preparada por São Bernardo, que constituíam um conjunto de deveres militares e religiosos.
A partir desta data a Ordem começou a receber doações que a deixaram rica. Em Portugal entre os seus primeiros doadores esteve D. Teresa que, em 1128, doou o Castelo e a mercê de Soure, nas margens do Mondego. As doações deixam a Ordem rica
Esta Ordem militar e religiosa tinha como objectivos proteger a Terra Santa, garantir a segurança nos acessos a Jerusalém (sobretudo ao Santo Sepulcro) e a outros lugares queridos dos cristãos como Belém, Nazaré ou o Rio Jordão. Na Península participaram nas lutas da Reconquista Cristã.
Chamaram-se Templários porque o seu quartel-general de Jerusalém esteve instalado não no que fora o Templo, mas no Palácio do Rei Salomão, descrito como “o palácio que se chama Templo de Salomão”.
A ordem foi suprimida em 1312 pelo rei de França, Filipe, o Belo, e pelos seus conselheiros.

terça-feira, setembro 16, 2008

ACONTECEU EM...


16 de Setembro de 1769 - Sebastião José de Carvalho e Melo recebeu de D. José I o título de Marquês de Pombal.
Sebastião José de Carvalho e Melo foi um ministro do rei D. José I, o mais notável estadista do seu tempo, não só de Portugal como de toda a Europa. Era um homem enérgico, decidido, brioso, de figura simpática.As medidas que tomou ápós o terramoto de 1 de Novembro de 1755 estiverm na origem do seu grande poder.
A sua energia produzira uma impressão profundíssima no rei D. José, que desde aquela data depositou no seu ministro uma confiança cega. Nos primeiros meses que se seguiram à grande catástrofe, Lisboa assisitu a numerosos roubos e assaltos. Para resolver o problema, Sebastião de Carvalho mandou levantar forcas bem altas, onde expôs mais de 100 cadáveres, o que fez reduzir drásticamente aquele crime. O rei admirava estas iniciativas e decisões. A partir daí, seguia em tudo as ordens do seu ministro. Para lhe obedecer, deu o exemplo de andar vestido de briche nacional.
As reformas que levou a cabo num período de 10 anos, renovaram, inteiramente, a face de Portugal e lançaram-no por um caminho de progresso, que colocou o país a par das nações mais adiantadas: reorganizou o exército; construíram-se navios que fortaleceram a nossa marinha; protegeu e favoreceu o comércio, a indústria e a agricultura. Uma das grandes glórias do Marquês de Pombal foi o imenso impulso que deu à instrução popular. Esta reforma da instrução pública, a mais importante que tivemos, valeu ao nosso grande ministro a admiração e o respeito da Europa.Também a sua política estrangeira foi sempre um modelo de firmeza e de habilidade.