D. Pedro IV

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sábado, agosto 09, 2008

Recordar Hiroshima


6 de Agosto de 1945, 8H15
Do Enola Gay é lançada sobre Hiroshima uma bomba atómica a que chamaram “Little Boy”. Dezenas de milhar de pessoas foram dizimadas de imediato e o número cresceu para cerca de 140 mil durante os meses que se seguiram.
Três dias depois, a 9 de Agosto, uma nova bomba é lançada sobre Nagasaki. Matou 70 mil pessoas.
Os números oficiais apontam para a morte de 258 mil pessoas provocadas por estes bombardeamentos.
Ainda hoje, volvidos 63 anos, ocorrem milhares de casos de cancro relacionados com a radiação da primeira bomba atómica.
Anualmente, neste dia, o Japão recorda este dia junto ao Memorial da Paz: o repicar de um sino evoca o voo da Little Boy e o cogumelo de vários quilómetros de altura que devastou a cidade depois da detonação.
In IOL Portugal Diário

segunda-feira, julho 14, 2008

terça-feira, junho 03, 2008

Passatempo «Aconteceu em...»



...E para terminar o ano em beleza, temos o prazer se anunciar que a vencedora do passatempo « Aconteceu em...» foi a Ana Filipa Morgado Barbosa do 8º D. Os nossos mais sinceros parabéns e o agradecimento muito especial a todos os alunos que, ao longo do ano lectivo, participaram neste passatempo.

segunda-feira, maio 26, 2008

ERRO CRASSO



Em 53 a.C., confiante na superioridade numérica de seus centuriões numa batalha contra os sírios, e disposto a estraçalhar logo o inimigo, o general romano Licínio Crasso decidiu ganhar tempo cortando caminho por um vale estreito. Foi a decisão mais estúpida da história militar: os sírios fecharam as duas únicas saídas do vale e o exército de Crassus, ele incluído, foi massacrado. O que sobrou dele foi apenas a expressão "erro crasso".

quarta-feira, maio 07, 2008

Família Real

personalized greetings

Dia do Patrono

E Abril continuou em festa…
No dia 29 de Abril comemorámos o dia do Patrono. Foi tempo de reis, rainhas e princesas e de recordar alguns aspectos relacionados com a vida de D. Pedro IV.
O dia começou cedo. Com a colaboração de alunos, professores e funcionários, iniciaram-se os preparativos para a cerimónia de abertura. À semelhança do ano lectivo anterior, contámos com a presença da D. Graça, que, habilidosamente, penteou as damas da família real.
A entrada da família real foi entusiasticamente participada por todos os alunos.
Também a sua visita à escola do 1º ciclo foi um momento mágico para os mais pequenos, que, por minutos, tiveram oportunidade de entrar no mundo do imaginário das histórias.
Para além da cerimónia de abertura, o Departamento de Ciências Sociais e Humanas organizou um conjunto de actividades que mereceu grande adesão por parte dos nossos alunos: pedipaper, contador de histórias e salas de jogos didácticos.
Como habitualmente e com a colaboração da Associação de Pais procedeu-se à entrega dos prémios dos passatempos “ Figura do Mês”, “Aconteceu em” e “Contador de Histórias”. Os alunos vencedores do pedipaper foram também premiados com medalhas.
Publicaremos mais tarde imagens deste dia....

25 de ABRIL / 34 ANOS

O Departamento de Ciências Sociais e Humanas e a Turma E do 9º Ano, organizaram uma sessão que foi dinamizada pelo Major-General Pedro Pezarat Correia e pela Professora Ilda Fèteira, no âmbito das Comemorações do 34.º Aniversário do 25 de Abril e que se realizou, na nossa escola, no dia 24 de Abril.

O Pedro Borges esteve muito bem na apresentação dos convidados.

O Manuel Menezes, um pouco ansioso, lembrou aos presentes na sala, alunos e professores, que o tio-avô teve um papel importante na “Revolução de Abril”.

O Major - General Pezarat Correia encantou o público...

A Professora Ilda Fèteira, ao declamar alguns poemas, emocionou todos... e lançou um desafio...

A Andreia Draque respondeu, lendo dois pequenos poemas, um elaborado por ela e outro pelo João Oliveira.

No final da sessão a Andreia Draque agradeceu a todos os que tornaram possível a realização do evento (alunos, professores, Comissão Executiva Instaladora) e presenteou os convidados com dois lindíssimos ramos de flores, com cravos e umas lembranças da nossa escola, que o João Serra lhe entregou.

Aqui ficam algumas imagens registadas pelas Adriana Fernandes e Rita Vanessa Alves.





segunda-feira, maio 05, 2008

Abril


Nas Comemorações do 34.º Aniversário do 25 de Abril, os alunos de 5º, 6º e 9º ano empenharam-se nos trabalhos que realizaram, no âmbito da iniciativa “ A Comemorar também se Aprende”.Eis algumas imagens dos excelentes trabalhos elaborados pelos alunos que estiveram expostos na sala de convívio e espaços envolventes.

Passatempo «Aconteceu em...»


Temos mais um vencedor do passatempo «Aconteceu em...» É o Ricardo Chin do 6ºN.A ele os nossos mais sinceros parabéns.

domingo, abril 27, 2008

A feira mais antiga de Portugal


As feiras são uma das instituições mais curiosas do período medieval. A sua função consistia nas trocas comerciais realizadas entre produtores, consumidores e distribuidores, em locais e prazos determinados.
A mais antiga feira de que há conhecimento é a de Ponte de Lima (1125), que aparece mencionada no foral outorgado por D. Teresa a esta povoação, sendo por isso anterior à fundação da nossa nacionalidade. Todos os que a ela ocorressem, tanto nacionais, como estrangeiros, teriam segurança desde oito dias antes até oito dias depois da feira, na ida e na volta, contra qualquer responsabilidade civil ou criminal que pesasse sobre ele.

Os Portugueses no Japão



Sabias que os portugueses foram os primeiros europeus a visitar o Japão no século XVI?

Lista de palavras japonesas de origem portuguesa

* `bateren’ (伴天連) - padre (pai)
* `botan’ - botão
* `jouro’ - jarro (possível)
* `juban’ (襦袢) - jibão (roupa interior - vocábulo antigo)
* `kantera’ - candeia (tocha) - (também pode ter vindo do holandês “kandelaar”)
* `kasutera’ - castela (um tipo de pão-de-ló, feito com ovos, açúcar refinado, açúcar mascavo, farinha e xarope de amido gelatinizado)
* `kirishitan’ - cristão
* `Oranda’ (オランダ) - Holanda
* `pan’ (麺麭) - pão
* `rasha’ - raxa (um tipo de tecido grosseiro de algodão)
* `rozario’ - rosário
* `sarasa’ - saraça
* `shabon’ - sabão
* `tabako’ (煙草) - tabaco
* `tempura’ (天ぷら) - temperar: o óleo de soja para fritura foi introduzido pelos portgueses
* `zabon’ - zamboa (uma fruta)

Há também palavras japonesas que ouves no teu dia a dia:

JUDO MANGA KIMONO BONSAI SUSHI ORIGAMI

sábado, abril 26, 2008

Quem comemoraria hoje o seu aniversário?



Pois é verdade...

A 26 de Abril de 1648, nasce, em Lisboa, D. Pedro II, o filho varão mais novo de D. João IV e D. Luísa de Gusmão. Foi rei de Portugal de 1683 a 1706, sucedendo a seu irmão D. Afonso VI.

sexta-feira, abril 25, 2008

Chico Buarque - Tanto Mar

Tanto Mar

Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
E inda guardo, renitente
Um velho cravo para mim

Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto do jardim

(...)

Chico Buarque

Lê as duas versões do poema aqui!

Ouve a música agora!

quinta-feira, abril 24, 2008

O primeiro selo postal


O primeiro selo foi o selo negro de um penny (one penny black), surgido na Inglaterra em 6 de Maio de 1840. A ideia foi de Sir Rowland Hill, membro do Parlamento do Reino Unido, para que fosse o remetente a pagar a tarifa, pois antes da criação do selo, o destinatário é que a pagava, criando um enorme número de devoluções.

Quanto aos selos comemorativos, os primeiros foram emitidos em 1900, em comemoração do 4º Centenário do Descobrimento do Brasil

terça-feira, abril 22, 2008

MEMORIAL ÀS VÍTIMAS DA INTOLERÂNCIA


Foi, hoje, inaugurado, no Largo de S. Domingos, o memorial às vítimas da intolerância. É composto por dois monumentos em pedra, um católico e outro judaico e por um mural evocativo do massacre judaico de Lisboa de 19, 20 e 21 de Abril de 1506 com a inscrição “Lisboa, cidade da tolerância” em 34 línguas.
O que evoca este memorial?
De 19 a 21 de Abril de 1506, na Semana Santa, ocorreu o “Massacre de Lisboa de 1506”, também, conhecido por “Matança da Páscoa de 1506” em que, cerca de dois mil lisboetas foram, barbaramente, assassinados, perseguidos, torturados e queimados em duas enormes fogueiras no Rossio e na Ribeira.Segundo reza a história, estes actos tiveram início no Mosteiro de São Domingos, quando, durante a cerimónia de oração pelo fim da seca que assolava o País, alguém afirmou ter presenciado um milagre – no altar, o rosto do Cristo crucificado iluminou-se. Entre eles, um judeu, convertido à força, contrariou esta opinião e explicou que a luz que iluminava e vinha do crucifixo era, apenas, o reflexo de um raio de sol que entrava por uma fresta da janela.
As pessoas, em fúria, levaram-no para a rua e espancaram-no até à morte, juntamente, com um irmão. Em seguida, levaram os seus corpos para o Rossio e queimaram-nos. A multidão dirigiu-se, depois, para a Judiaria, gritando “morte aos judeus” e “morram os hereges”.
Este massacre, incentivado pelos frades Dominicanos que prometiam a salvação a quem matasse os hereges, só chegou ao fim com a intervenção das tropas reais, por ter sido assassinado João Rodrigues Mascarenhas, um escudeiro do rei D. Manuel I.
D Manuel I acusou os envolvidos, confiscou-lhes os bens e condenou à morte os frades Dominicanos envolvidos.

domingo, abril 20, 2008

A PRIMEIRA GREVE

No artigo "Uma Campanha Alegre", Eça de Queirós relata a primeira greve do País. Aconteceu em 1871, em Oeiras,a greve dos tecelões da Fábrica de Lanifícios de Oeiras, que durou um mês e seis dias. A fábrica situava-se junto à foz da ribeira da Laje, tinha uma área de 1442 m2 e apresentava três edifícios distintos: teares mecânicos, arrecadação de lãs e drogas e teraes manuais.
Em 1864 empregava 60 operários, número que, em 1881, ascendia a 594
A Fábrica de Lanifícios foi visitada por suas Majestades o Rei D. Carlos e a Rainha D. Amélia e deu notoriedade a Oeiras.

AS LINHAS DE TORRES VEDRAS


As Linhas Defensivas da Península de Lisboa, mais conhecidas por Linhas de Torres Vedras, formam um conjunto extenso de 150 obras de engenharia. Incluem escarpados, trincheiras,fortificações equipadas com artilharia, postos de comunicação telegráfica e estradas militares.
A construção desta série de linhas defensivas, entre 1809 e 1810, fazia parte do plano estratégico definido pelo comandante das tropas luso-britânicas, Arthur Wellesley, para travar os exércitos napoleónicos conduzidos pelo general Massena durante a 3.ª invasão. A linha mais avançada, com 46 Km de extensão, ligava Alhandra à foz do rio Sisandro, passando por Torres Vedras. A cerca de 13 Km para sul, era seguida por outra linha, com 39 Km de extensão, desde Alverca até ao mar, que passava por Mafra. A terceira linha de protecção, distava 40 Km a sul da 2.ª linha, tinha 3 Km de extensão e destinava-se a proteger o embarque das tropas britânicas, em caso de derrota, estava implantada desde Carcavelos a Oeiras e Paço de Arcos. Também na margem sul do Tejo se realizaram obras militares para a fortificação da costa, em Almada, e em Setúbal para a defesa do seu porto e para evitar uma aproximação pelo sul.

AEROPORTO DA PORTELA

O aeroporto da Portela foi inaugurado a 15 de Outubro de 1942.
Até aqui, e desde 1919, Lisboa era servida por um pequeno aeroporto situado em Alverca - o Campo Internacional de Aterragem -, onde aterravam os voos internacionais da época excepto os voos transatlânticos.
Nesta altura, a travessia do Atlântico era feita por hidroaviões que amaravam em Lisboa, na margem do Tejo, fazendo-se o transbordo dos passageiros para aviões que os transportavam para a base terrestre no Campo de Aterragem, de onde seguiam para outros destinos.
A previsão de um aumento exponencial de turistas e de voos internacionais com destino a Lisboa, por ocasião da Grande Exposição do Mundo Português, em 1940, e, porque o campo de aterragem já não dava a resposta esperada, foi tomada a decisão de construção de um Novo Aeroporto Internacional.
As obras iniciaram-se em 1938 e, em apenas dois anos,construiu-se o aeroporto terrestre, baptizado de Aeroporto da Portela, e o aeroporto marítimo, baptizado de Aeroporto de Cabo Ruivo. Para ligar os dois aeroportos internacionais e permitir que funcionassem de forma articulada, construiu-se a Avenida Entre-os-Aeroportos, por onde circulavam os automóveis que faziam o transbordo dos passageiros dos voos transatlânticos. O Aeroporto de Cabo Ruivo foi desactivado com o fim dos voos regulares de hidroavião nos finais da década de 50.
Quatro anos após a sua inauguração, em 1946, o General Humberto Delgado, Director do Secretariado de Aeronáutica Civil, numa carta dirigida ao Ministério da Guerra, refere que com o aumento diário do tráfego civil, o Aeroporto da Portela se tinha tornado "acanhado". E porque o considerava pequeno só para os aviões civis e dado o desagrado que algumas companhias aéreas estrangeiras demonstravaSolicitava que fosse decidido se os aviões militares de treino deveriam ou não continuar a estacionar ali.

sexta-feira, abril 18, 2008