terça-feira, março 18, 2008
segunda-feira, março 17, 2008
sábado, março 15, 2008
PÁSCOA

Do hebreu "Pessah", Páscoa é a Festa da Libertação, pois significa a passagem da escravidão para a liberdade.
A Páscoa acontece, sempre, no primeiro Domingo depois da primeira lua cheia após o equinócio da Primavera que ocorre a 20 de Março. Esta datação da Páscoa baseia-se no calendário lunar que o povo hebreu usava para identificar a Páscoa judaica, razão pela qual a Páscoa é uma festa móvel no calendário romano.
Este ano a Páscoa acontece mais cedo do que qualquer um de nós irá ver alguma vez na sua vida! Só os mais velhos da nossa população - com mais de 95 anos - festejaram alguma vez uma Páscoa tão temporã.
1) A próxima vez que a Páscoa for tão temporã como este ano, a 23 de Março, será no ano 2228, daqui a 220 anos. A última vez que a Páscoa foi festejada assim tão cedo aconteceu em 1913.
2) A próxima vez que a Páscoa for celebrada um dia mais cedo, a 22 de Março, será no ano 2285, daqui a 277 anos. A última vez que foi em 22 de Março foi no ano de 1818.
Por isso, nenhum de nós, viu ou irá ver uma Páscoa mais cedo do que a deste ano. Aproveitem-na bem! Votos de uma Páscoa Feliz.
quinta-feira, março 13, 2008
Contador de Histórias
Conforme prometemos, aqui divulgamos uma das histórias contadas no concurso " Contador de Histórias". Em breve, contamos publicar as restantes.
O RIO DO ESQUECIMENTO
(uma lenda do tempo dos Romanos)
Os Romanos acreditavam que entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos havia uma fronteira. Essa fronteira era o rio Letes (Lethes), também chamado rio do Esquecimento porque as suas águas tinham como efeito apagar a memória, fazer esquecer tudo o que acontecera em vida.
As almas dos mortos reuniam-se à beira do rio, aguardando a sua vez de beber um golo de água, e só depois entravam na barca que os conduzia à outra margem.
No ano de 136 a.C. um exército romano comandado por Bruto fez muitas conquistas no território que veio a ser Portugal. Os soldados atravessaram o Tejo perto da ilha de Almourol, depois atravessaram o Zêzere, o Mondego, o Vouga, o Douro, sem problema nenhum.
Mas por qualquer motivo que se desconhece, quando se aproximaram da margem do rio Lima ficaram aterrorizados e recusaram-se terminantemente a sulcar aquelas águas porque se convenceram de que aquele era o tal rio Letes (Lethes), o rio do esquecimento que conduzia ao mundo dos mortos! (A história da confusão entre o rio Letes (Lethes) e o rio Lima foi contada por um historiador romano chamado Apiano). Bruto não conseguiu convencê-los do contrário e então, para dar o exemplo, atravessou ele para o lado de lá, levando consigo apenas o estandarte com as águias, que eram o símbolo do Império Romano. Chegando à outra margem, pôde acenar e gritar que estava vivo e não se tinha esquecido de nada... Só então os soldados resolveram segui-lo...
Esta foi a história contada pelo João Babo do 5ºF .
Os Romanos acreditavam que entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos havia uma fronteira. Essa fronteira era o rio Letes (Lethes), também chamado rio do Esquecimento porque as suas águas tinham como efeito apagar a memória, fazer esquecer tudo o que acontecera em vida.
As almas dos mortos reuniam-se à beira do rio, aguardando a sua vez de beber um golo de água, e só depois entravam na barca que os conduzia à outra margem.
No ano de 136 a.C. um exército romano comandado por Bruto fez muitas conquistas no território que veio a ser Portugal. Os soldados atravessaram o Tejo perto da ilha de Almourol, depois atravessaram o Zêzere, o Mondego, o Vouga, o Douro, sem problema nenhum.
Mas por qualquer motivo que se desconhece, quando se aproximaram da margem do rio Lima ficaram aterrorizados e recusaram-se terminantemente a sulcar aquelas águas porque se convenceram de que aquele era o tal rio Letes (Lethes), o rio do esquecimento que conduzia ao mundo dos mortos! (A história da confusão entre o rio Letes (Lethes) e o rio Lima foi contada por um historiador romano chamado Apiano). Bruto não conseguiu convencê-los do contrário e então, para dar o exemplo, atravessou ele para o lado de lá, levando consigo apenas o estandarte com as águias, que eram o símbolo do Império Romano. Chegando à outra margem, pôde acenar e gritar que estava vivo e não se tinha esquecido de nada... Só então os soldados resolveram segui-lo...
Esta foi a história contada pelo João Babo do 5ºF .
quarta-feira, março 12, 2008
Passatempo "Aconteceu em "
O vencedor do Passatempo "Aconteceu em..." do mês de Fevereiro foi o Ivo Pinto do 6º ano turma HPARABÉNS
A solução é 1995
Aproveitamos para agradecer a todos os alunos que participam. Continuem!!!!
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Passatempo «Aconteceu em...»
segunda-feira, março 10, 2008
Concurso "Figura do Mês"
Informamos que a vencedora do concurso "Figura do Mês" de Fevereiro foi a aluna Ana Filipa Félix do 6º G. Parabéns!
Agradecemos a excelente participação de todos os alunos.
Agradecemos a excelente participação de todos os alunos.
Concurso “ Contador de Histórias”
Realizou-se no dia 6 de Março a final do concurso "Contador de Histórias". mais uma vez os nossos pequenos contadores demonstraram grande competência na arte de contar. O seu empenho foi visível e todos os participantes estão de parabéns. No entanto, como em todos os concursos, houve vencedores. São eles:
1º lugar - Grupo de alunos do 5ºA - Ana Catarina Rodrigues, Ana Rita Neves, António Miguel Carvalho, Carolina Covas Grilo, Carolina Alves dos Reis, Catarina da Silva, Diogo Luís Ribeiro, Filomena Raposo, Inês Allen, Pedro Rafael Rodrigues e Tiago Costa
2º lugar - Joana Weffort do 5º D e João Babo do 5º F
3º lugar - Pedro Gouveia do 6º I
Obrigado pela vossa participação.
As histórias contadas pelos alunos serão brevemente publicadas neste espaço.
domingo, março 09, 2008
O escorbuto

O escorbuto era conhecido na época das navegações portuguesas ( séculos XV e XVI ) como "mal de Angola" pois era nas proximidades deste país que os sintomas da doença começavam a afectar as tripulações dos navios Lusos que buscavam cruzar o Cabo da Boa Esperança em direcção à Índia.Esta curiosidade foi-nos contada pelo Ricardo nº 19 do 6º I.
In http://www1.folha.uol.com.br
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Medicina e Doenças
segunda-feira, março 03, 2008
Abolição da escravatura
Entre o século XV e meados do século XIX, cerca de 30 milhões de escravos foram traficados ou mortos por europeus.
Em 1842, a rainha D. Maria II e a rainha Vitória de Inglaterra assinaram o tratado destinado à abolição da escravatura. Mas só em 1869, por decreto do rei D. Luís é que foi proclamada a abolição da escravatura em todo o Império Português.
"Fica abolido o estado de escravidão em todos os territórios da monarquia portuguesa, desde o dia da publicação do presente decreto.
Todos os indivíduos dos dois sexos, sem excepção alguma, que no mencionado dia se acharem na condição de escravos, passarão à de libertos e gozarão de todos os direitos e ficarão sujeitos a todos o deveres concedidos e impostos aos libertos pelo decreto de 19 de Dezembro de 1854."
D. Luís, Diário do Governo, 27 de Fevereiro de 1869
In http://www.janeladossaber.com/escravatura, Pedro Antunes, n.º 25, 6.º B
Em 1842, a rainha D. Maria II e a rainha Vitória de Inglaterra assinaram o tratado destinado à abolição da escravatura. Mas só em 1869, por decreto do rei D. Luís é que foi proclamada a abolição da escravatura em todo o Império Português.
"Fica abolido o estado de escravidão em todos os territórios da monarquia portuguesa, desde o dia da publicação do presente decreto.
Todos os indivíduos dos dois sexos, sem excepção alguma, que no mencionado dia se acharem na condição de escravos, passarão à de libertos e gozarão de todos os direitos e ficarão sujeitos a todos o deveres concedidos e impostos aos libertos pelo decreto de 19 de Dezembro de 1854."
D. Luís, Diário do Governo, 27 de Fevereiro de 1869
In http://www.janeladossaber.com/escravatura, Pedro Antunes, n.º 25, 6.º B
A Torre Eiffel

Foi construída para a Exposição Mundial de 1889, para demonstrar toda a tecnologia da época – a utilização de estruturas metálicas.
Originalmente seria, apenas, uma estrutura temporária, que seria desmontada quando a exposição terminasse. Quando foi construída, tinha 317 m de altura e pesava 7300 toneladas. Hoje, pesa mais de 10000 toneladas e tem restaurantes, museus, lojas. Recebeu o nome do seu projectista – Gustave Eiffel.
A ideia e o projecto da Torre Eiffel para a exposição universal de 1889 foram uma forma de celebrar o primeiro centenário da Revolução Francesa (1789).
In http://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_Eiffel, Inês Padrão, n.º 14, 6.º B
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Monumentos e Construções
Ensino em Portugal – século XIX

Apesar de todas as reformas implementadas para reduzir a taxa de analfabetismo em Portugal, no final do século XIX – em 1878 – 82,4% da população era analfabeta.
Quando termina o século, existiam 24 liceus (escolas secundárias) com um total de 2848 alunos, sendo apenas 59 do sexo feminino.
Leonor Freire, n.º 18, 6.º B
Os comboios

A primeira locomotiva a vapor foi construída em 1804 e tinha uma caldeira a carvão que empurrava um êmbolo que movimentava as rodas. Essa locomotiva atingia os 8 km/hora mas ainda não tinha tecto.
Mais tarde, a estas locomotivas foram-lhes atreladas carruagens de madeira para o transporte de pessoas, sendo necessário fechar as portas das carruagens à chave para evitar quedas em andamento. Nas locomotivas, era o maquinista que enchia o forno de carvão para a máquina trabalhar e o condutor guiava, tendo que utilizar óculos grossos para proteger os olhos do vento e das fagulhas que saltavam da chaminé.
Carolina Silva, n.º 6, 6.º B
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
domingo, fevereiro 24, 2008
«A cavalo dado não se olha os dentes»

A idade dos equinos é facilmemte descoberta visualizando-se a sua boca. Por exemplo, sabe-se que os cavalos trocam a dentição a partir dos dois anos de idade e que os dentes de leite são mais brancos que os permanentes.
Outro facto é que, com o tempo, devido à mastigação, os dentes são desgastados e mudam o arco incisivo, sendo arredondados no animal jovem e mais alongados nos velhos. Foi a partir daí que surgiu a expressão "a cavalo dado não se olha os dentes", que significava, originalmente, que se comprar um animal provavelmente preocupar-se-á em obter um cavalo jovem, porém, se receber um, não importa que ele seja velho.
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Expressões e Palavras
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
PRÉMIO NOBEL
O Nobel é um prémio internacional entregue anualmente às pessoas que mais se distinguiram na área da Química, da Física, da Medicina, da Literatura e da Paz Mundial.
Foi entregue pela primeira vez em 1901, quando finalmente se pôs em prática aquilo que era pedido pelo químico sueco Alfred Nobel no seu testamento.
Foi entregue pela primeira vez em 1901, quando finalmente se pôs em prática aquilo que era pedido pelo químico sueco Alfred Nobel no seu testamento.
E em que consiste o prémio?
O prémio consiste numa enorme quantidade de dinheiro.
Esse dinheiro provém dos lucros que a enorme fortuna de Alfred Nobel que é gerida pela Fundação Nobel. Todos os anos dividem esse dinheiro em cinco partes e distribuem-no pelos vencedores do prémio.
Os vencedores dos primeiros quatro prémios são escolhidos por especialistas suecos em cada uma das áreas.
Por seu turno, o mais conhecido, o Prémio Nobel da Paz, é atribuído por uma comissão do parlamento norueguês.
No seu testamento, Nobel refere que «...não se deve ter em conta a nacionalidade dos candidatos, quem deverá receber o prémio é o mais digno, independentemente se é escandinavo ou não».Por isso qualquer pessoa no mundo o pode receber.
O primeiro Nobel da Paz foi concedido em 1901 e dividido entre duas pessoas, o suíço Henri Dunant, que fundou a Cruz Vermelha, e o francês Frédéric Passy, criador da Sociedade Francesa Para a Paz.
O testamento de Nobel dizia ainda que os prémios deveriam ser distribuídos da seguinte forma:
- «...uma parte para a pessoa que tenha realizado o descobrimento ou o invento mais importante no campo da Física;»- «uma parte à pessoa que tenha realizado o descobrimento ou melhoramento mais importante em Química;»- «uma parte para a pessoa que tenha realizado o descobrimento mais importante no domínio da Fisiologia ou Medicina;»- «uma parte para a pessoa que tenha produzido, no campo da Literatura, a obra mais notável de tendência idealista;»- «e uma parte para a pessoa que tenha levado a cabo o maior ou melhor trabalho em favor da fraternidade entre as nações, pela abolição ou redução dos exércitos permanentes e pela celebração e fomento de congressos pela Paz».
Os Prémios Nobel de Física, Química, Fisiologia ou Medicina, Literatura e o prémio de Economia são formalmente entregues pelo rei sueco, numa cerimónia no Palácio de Concertos de Estocolmo, no dia 10 de Dezembro - o aniversário da morte de Alfred Nobel.
Ramos Horta e D. Ximenes Belo receberam o Prémio Nobel da Paz pelo seu trabalho em Timor-Leste.
A entrega do Prémio Nobel da Paz tem lugar, no mesmo dia, na Câmara Municipal de Oslo, na Noruega.
Cada premiado recebe uma medalha Nobel em ouro e um diploma Nobel. A importância do prémio, varia segundo as receitas da Fundação obtidas nesse ano.
Nasceu assim o Prémio Nobel, concedido todos os anos pela Real Academia de Ciências da Suécia.
Sabias que apenas dois portugueses receberam prémios Nobel?
Egas Moniz - Prémio Nobel da Medicina em 1949 e José Saramago - Prémio Nobel da Literatura em 1998.
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Personagens
Rés vés Campo de Ourique
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
O Mandarim
tradução "mandarim"
O termo "Mandarim" nasceu das relações comerciais entre portugueses e chineses no início do século XVII. Os comerciantes portugueses que aportavam nas cidades chinesas em busca de chá, seda e outros artigos exóticos, tratavam dos negócios com funcionários determinados pelo governo imperial da China. Os seus subordinados eram proibidos de entrar em contacto com os forasteiros, e assim o comércio era, apenas, feito com os chineses que mandavam. Por isso,no Ocidente, o idioma utilizado por estes funcionários ficou conhecido como "mandarim".
O mandarim possui oitenta mil caracteres, chamados de hanzis; porém, apenas, sete mil são mais usados.
Em 1956, o mandarim tornou-se a língua nacional da China.
Bebidas alcoólicas

Conta-nos o Onésio do 6º N que o uso de bebidas alcoólicas data de tempos imemoriais.
Há referências históricas, artísticas e literárias, com milhares de anos, que são prova do uso do vinho e de outras bebidas alcoólicas.
«(...) o seu vestíbulo será engrandecido e a pérgula, no seu jardim, transbordará de cânticos e de danças. Vinho e cervejas serão servidos à sua sombra.»
«Os doces versos» ( século XII AC)
in poemas de Amor no Antigo Egipto
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