
domingo, fevereiro 26, 2006
Fé na Ciência...

Graças aos seus efeitos espectaculares, a electricidade cativou o público do séc. XVIII. O "Príncipe dos Físicos", o Abade Jean-Antoine Nollet (1700-1770), foi o mais activo propagandista desta moda: as suas lições de Física experimental públicas, ilustradas com numerosas experiências electrostáticas luminosas e barulhentas, entusiasmavam vastos auditórios aristocráticos e burgueses.
Em 1746, o padre Nollet verificou que a electricidade se movia muito depressa. Para isso, colocou 200 frades em fila, ligados entre si. Fez incidir uma descarga eléctrica no primeiro frade e verificou que todos os outros saltaram e “praguejaram” simultaneamente, devido à passagem da corrente eléctrica! Além disso, fez várias experiências com animais, chegando a matar um pardal com um choque eléctrico…
O padre Nollet refere a primeira e outras experiências no seu livro "Lettres sur L´Électricité" 1753 (Cartas sobre a Electricidade).
Curiosidade da autoria de Ana Catarina Lameiras, 9ºA
Fonte: http://193.136.215.76/museu/electros.htm
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Lisboa - Nova Amesterdão - Descubra as Diferenças
Georg Braun (Braunio) - 1541 / 1622 -, gravador de Colónia, é conhecido por ser o autor de um Atlas intitulado "Civitates Orbis Terrarum". Nele é possível encontrar uma panorâmica da Lisboa do século XVI, que aqui se reproduz:

A Lisboa dos descobrimentos era realmente uma cidade importante e serviu de modelo a um outro gravador que, quase cem anos mais tarde (1672), queria dar a conhecer o novo mundo a "clientes" ávidos de informações e notícias. François Jollain (1641-1704) publicou uma gravura de Nova Amesterdão, mais tarde conhecida como Nova Iorque, em que as semelhanças com Lisboa são evidentes. Descubra as diferenças na gravura em que o Rio Tejo foi promovido a Mar do Norte...!
Saiba mais em:
http://ias.berkeley.edu/cmes/icmc_files/icmc/georg.htm
http://www.mostlymaps.com/reference/Map-Makers/georg-braun.php
http://www.loc.gov/rr/hispanic/portam/nyc.html
http://www.leejacksonmaps.com/cateur.htm
http://www.nypl.org/research/chss/spe/art/print/exhibits/cities/captions/image6.html
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
Jerry Can ou Jerrican??

Mais um Crime de Diogo Alves - Uma História em Imagens
Para saber mais:http://passadocurioso.blogspot.com/2005/12/diogo-alves.html
Curiosidade da autoria de Adriana do 6º C.
Santa e Guerreira

Profundamente religiosa, referia ouvir vozes desde os 13 anos, às quais atribuía origem divina. Estas ordenavam-lhe que salvasse a França do domínio inglês. Manteve estas mensagens em segredo até 1429, ano em que se dirigiu à Corte do rei francês Carlos VII e o convenceu a colocar tropas ao seu comando. À cabeça das suas tropas ataca a cidade de Orleães, que tinha sido conquistada pelos ingleses e, contra um exército muito superior, consegue libertar a cidade em oito dias.
Após esta vitória, conduz Carlos VII até Reims para ele ser coroado. Continuou a lutar contra os ingleses e, em 1430, na tentativa de libertação da cidade de Compiègne, é derrotada e aprisionada.
Os ingleses acusam-na, num tribunal católico, de bruxaria e heresia, condenando-a à morte. Em Rouen, a 30 de Maio de 1431, com apenas 19 anos, Joana d’Arc é queimada viva.
Em 1456, é considerada inocente pelo Papa Calisto III e, em 1920 foi canonizada pelo Papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França. O dia desta santa comemora-se a 30 de Maio, e é celebrado na França como data nacional, em memória de Santa Joana DArc, mártir da pátria e da fé.
terça-feira, fevereiro 14, 2006
Só mais um bilhete...

sábado, fevereiro 11, 2006
O que parece nunca terminar é como as obras de Santa Engrácia

Mais de três séculos de maldição. Estaria realmente o cristão-novo inocente???
Para saber mais:
365 DIAS, Lisboa, Lisboa, Diários de Notícias, 2002
http://santaengracia-cds.blogspot.com/2005/10/lenda-das-obras-de-santa-engrcia.html
O poema do post de 1-2-2006 - Solução de Enigma

Solução de Enigma do post de 26-11-2005 Vasco da Gama e os Bichos do Cabo

Pois os "Sotilicairos", que Vasco da Gama e os seus homens viram lá para as bandas do Cabo da Boa Esperança, eram assim uns pinguins com nome da época.
Bibliografia:
Garcia, José Manuel, Viagens dos Descobrimentos,Lisboa, Editorial Presença, 1983
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
A Rainha Mãe

Até que enfim temos um pouco de serenidade e elegância nesta amálgama de nicks místicos, sangrentos e cortantes!
A Rainha Mãe que identificamos mais facilmente é Elizabeth Bowes-Lyon, mãe da actual rainha Isabel II de Inglaterra. Elizabeth Angela Marguerite Bowes-Lyon nasceu a 4 de Agosto de 1900. A sua infância foi passada no castelo de Glamis, a norte de Edinburgo, uma vez que a família Bowes-Lyon é descendente da casa real da Escócia.
Em 1923 foi anunciado o seu noivado oficial com o príncipe Alberto, Duque de York, o segundo filho dos reis. Casaram-se a 26 de Abril de 1923 na Abadia de Westminster, e tiveram duas filhas, a Princesa Elisabeth, (futura Isabel II), nascida a 21 de Abril de 1926 em Londres, e a Princesa Margarida, a 21 de Agosto de 1930, no Castelo de Glamis.
Após a morte do rei George V em 1936 e a abdicação ao trono por parte do rei Eduardo VIII, a 1 de Dezembro do mesmo ano, para casar com uma americana divorciada, Wallis Simpson, a sucessão real coube a Albert, como
George VI, e a coroação teve lugar a 12 de Maio de 1937.Com o rebentamento da 2ª Guerra Mundial em 1939, surgiu a hipótese da rainha e suas filhas serem evacuadas para a América do Norte, mas essa proposta foi recusada pela rainha, que se encontrava no Palácio de Buckingham quando este foi bombardeado, em Setembro de 1940. Depois dos raides aéreos, o casal real visitava as áreas mais afectadas do país.
Após a morte do rei, em 1952, a Rainha Mãe (assim designada pelos ingleses para a distinguirem da sua filha, também rainha e também Elizabeth) continuou a comparecer aos deveres reais, tornando-se um dos símbolos mais fortes da monarquia britânica. No dia do seu 100º aniversário, em Londres, a soberana recebeu um bolo de aniversário que levou 10 semanas a confeccionar e que incluia tudo o que a Rainha-Mãe gostava e, em particular, o gin, a sua bebida favorita.
A Rainha Mãe morreu com 101 anos, em 30 de Março de 2002.
O Nome do Pintor
ni e da sua mulher, Smeralda.Oficialmente chamava-se Alessandro di Marini di Vanni Filipepi; no entanto, o nome próprio Alessandro foi-se transformando em Sandro. Quanto ao nome Botticelli, tem a ver com a alcunha do seu irmão mais velho, Giovanni, a quem, por ser bastante forte, chamavam "Il botticelli", ou seja, " O barrilzinho". A alcunha veio a ser adoptada por todos os membros da família.
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
Café na Brasileira

Fonte: http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=12257
Prémios Blopes

domingo, fevereiro 05, 2006
Sangue para rejuvenescimento…


Diz-se que certo dia a condessa estava sendo penteada por uma jovem criada, quando a menina lhe puxou acidentalmente os cabelos. Elizabeth virou-se para ela e espancou-a. O sangue espirrou e algumas gotas ficaram na mão de Elizabeth. Ao esfregar o sangue nas mãos, estas pareciam tomar as formas joviais da moça. Foi a partir desse incidente que a condessa desenvolveu a reputação de desejar sangue de jovens virgens.
Num período em que o comportamento cruel e arbitrário dos que mantinham o poder para com os criados era coisa comum, o nível de crueldade de Elizabeth era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava desculpas para infringir punições e se deleitava na tortura e na morte de suas vítimas muito além do que seus contemporâneos poderiam aceitar. Enfiava pinos em vários pontos sensíveis do corpo, como, por exemplo, debaixo das unhas. No Inverno, executava suas vítimas fazendo-as despir-se e andar na neve, despejando água gelada sobre elas até ao ponto de congelamento corporal.
Fonte: O Livro dos Vampiros - J. Gordon Melton
Para saber mais…
http://pt.wikipedia.org/wiki/Erzsébet_Báthory
quarta-feira, fevereiro 01, 2006
A que "poema" pertencem os versos seguintes???

Colaboração de Diogo Machado e de Alberto Machado, que nos enviaram esta pergunta por mail. São mais dois curiosos destas coisas... da história.
sábado, janeiro 28, 2006
O urso e o Presidente

Theodore (Teddy) Roosevelt foi o 26º Presidente dos Estados Unidos da América, entre 1901 e 1909. Em 1902, quando se encontrava no Mississsipi ajudando a resolver uma disputa de territórios entre aquele estado e o da Louisiana, foi organizada uma caçada em sua honra, durante a qual o Presidente se recusou a matar, por considerar cruel e anti-desportista, um urso preto que tinha sido atado a uma árvore.
No dia seguinte, Clifford Barryman, cartoonista do jornal “Washington Post”, editou um cartoon do incidente na primeira página do jornal: Barryman desenhou Roosevelt com a sua arma, de costas para o urso e gesticulando a sua recusa de matar o animal. Escrito em baixo do cartoon estava “Desenhando a linha no Mississippi", numa referência à questão territorial que o Presidente tentava resolver.
Este cartoon atraiu a atenção do dono de uma loja em Brooklyn, Morris Michtom, que pôs na montra dois ursos de feltro feitos pela sua mulher, Rose, com botões de sapatos castanhos no sítio dos olhos. Michtom reconheceu logo a popularidade do novo brinquedo, pelo que pediu a Roosevelt para dar ao
s ursos o nome de “Teddy's Bear” (o urso do Teddy), ao que o Presidente deu permissão. O novo brinquedo tornou-se um sucesso, pelo que Michtom decidiu alargar o negócio, montando uma empresa com o nome de “Ideal Novelty and Toy Corporation", que produzia os famosos ursos, razão pela qual um urso de peluche é muitas vezes designado por "teddy bear".
Curiosidade da autoria de Edgar Marques, do 9ºA, da Escola E.B. 2,3 D. Pedro IV, Queluz.
Fontes: http://www.inventors.about.com
domingo, janeiro 15, 2006
Um herói diferente

Em Maio de 1940, Aristides de Sousa Mendes era cônsul de Portugal em Bordéus. Contrariando as ordens recebidas do governo de Salazar, assume a concessão indiscriminada de vistos a milhares de refugiados da 2ª Guerra Mundial, a maioria dos quais eram judeus. A desobediência não parou aí. Sabendo que um número igualmente grande de refugiados estava à espera de vistos diante do consulado português em Bayonne, e uma vez que o respectivo cônsul não resolvia a crise, Sousa Mendes deslocou-se àquele consulado e assumiu o comando da situação, emitindo, uma vez mais, milhares de vistos.
Deslocou-se também à cidade fronteiriça de Hendaye, onde continuou a fornecer vistos não autorizados. Quando as autoridades fronteiriças espanholas deixaram de aceitar os vistos passados por ele, Sousa Mendes acompanhou pessoalmente um grande número de refugiados através da fronteira, para lhes assegurar a passagem.
É impossível estabelecer os números exactos, mas é quase certo que mais de 10 000 refugiados conseguiram fugir da França ocupada pelos nazis, atravessar o território espanhol e a seguir entrar em Portugal, graças aos vistos de Aristides de Sousa Mendes.
Em 24 de Junho de 1940, Salazar acusava Sousa Mendes de “ concessão abusiva de vistos em passaportes de estrangeiros”. Isto significou o fim da carreira de 30 anos de Sousa Mendes na diplomacia portuguesa, bem como a proibição do exercício de qualquer cargo na função pública do seu país.
Aristides de Sousa Mendes e a sua numerosa família passaram a viver da caridade dos parentes mais próximos, e a verdade sobre a coragem deste homem foi imediatamente silenciada pela ditadura salazarista.
Curiosidade da autoria de António Santos e Íris Fernandes, do 9º B da Escola E.B. 2,3 D. Pedro IV, em Queluz.
domingo, janeiro 01, 2006
sanguessugas : ontem e hoje...

http://www.feridologo.com.br/sanguessuga.htm
http://www.ensp.unl.pt/luis.graca/textos75.html

